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A Vingança de Ana

Capítulo 1 

Palavras: 514    |    Lançado em: 26/06/2025

, morreu no seu te

u nos meu

alérgica aguda a amendoins, qu

deu-lhe um bolo de aniversár

e, mil vezes, que o Lucas era

a esqu

que foi um

o, também disse qu

que chorava, e disse-

a. Ela já se sente suficiente

u

fria, e o meu marido estava a dizer

o mundo pareceu f

homem com quem estive c

eocupação e pena, mas não por

ela S

Lucas es

ca, cada palavra arran

rolho, com um tra

r a Sofia não o vai trazer de volta. Ela é jovem, cometeu u

turo

o já não t

no funeral do Lucas

seu rosto pálido e os seus ol

is a mãe enlut

igos e familiares, rodearam

eve estar a sentir-se

idente, nã

m dela. Ela está a passar

veio ter

num canto, a segurar uma p

ria, mostrando os seus

fia do seu segu

eria muitas mais

im, não para me confor

faças uma cena. A famíl

a cabeça e o

tipo de cena achas que eu poderia

ir o divórc

o por um segundo

sso filho acabou de morrer, e estás a

r

som sec

e estava o teu coração quando o nosso filho estava

ch

u a voz,

im da Sofia. F

i um ac

a minha voz f

vou pr

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A Vingança de Ana
A Vingança de Ana
“O meu filho, Lucas, morreu nos meus braços no seu terceiro aniversário. A causa? Uma reação alérgica aguda a amendoins, num bolo dado pela nossa ama, Sofia. Eu tinha avisado a Sofia mil vezes sobre a alergia fatal do Lucas. Mas ela disse que "esqueceu" . O meu marido, Pedro, também disse que foi um acidente. Ele abraçou a Sofia, que chorava, e mandou-me não a culpar. "Ela não fez de propósito, Ana. Não sejas tão dura." Dura? O meu filho jazia morto na morgue, e o meu marido protegia a mulher que o matou. Onde estava o coração dele? No funeral do Lucas, ninguém veio ter comigo. Todos consolavam a Sofia, que parecia mais a mãe enlutada do que eu. O Pedro veio ter comigo, não para me confortar, mas para me avisar: "Ana, controla-te. Não faças uma cena. A família da Sofia está aqui." Naquele momento, declarei o divórcio. Ele zangou-se, "Não tens coração?" Eu ri, com um som seco e feio. "Onde estava o teu coração quando o nosso filho estava a morrer? Estavas a consolar a mulher que o matou." Ele gritou: "Já chega! Não fales assim da Sofia! Foi um acidente!" Eu sabia que não era. Tinha de prová-lo. Decidi investigar a fundo por mim mesma, começando pela Sofia. Não tinha nada a perder.”
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