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A Vingança de Ana

Capítulo 2 

Palavras: 576    |    Lançado em: 26/06/2025

nha própria

do o caso, classificand

aram na hist

m ama, sem antecedentes crimina

s para garantir que a invest

uiz aposentado co

ão me im

nha nada

ificar os antec

quena cidade, a su

para trabalhar e envi

era a filha e

bia que h

que ela partilhava

apariga chamada Clara, estava

a fotografia do Lucas, os

um meni

ele

oli em

ou alguma ve

ra he

la estava com

es de

la dizia sempre que tu não o me

coraçã

mais algu

deria estar com o Pedro. E que se o Lucas não existiss

Clara ecoaram n

i um a

elibe

ue o meu fil

saí do apartamento,

ofia era tão intenso qu

ilho, como também o fez

marido p

casa. A n

a beber whisky na s

esti

ou, a sua v

brir a v

endi

ito. Ela queria-o fora do caminh

u-se, um s

na. O luto está a a

. A colega de quarto

ele, a minha voz

a queria-te. E tu caíste na

o seu rosto con

im da Sofia! Ela é uma víti

tim

gri

morto! Ele é a ú

elos braços, a s

uas acusações loucas. A Sofia precisa d

ele nos meus braços, e

nhecia mais

-me, P

rares com es

se, lar

o sabia que tinha, e

para trás,

divórcio. E

ais te

piu as

sem nada. Vou cer

rem

da sala, deixand

fazê-l

los paga

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A Vingança de Ana
A Vingança de Ana
“O meu filho, Lucas, morreu nos meus braços no seu terceiro aniversário. A causa? Uma reação alérgica aguda a amendoins, num bolo dado pela nossa ama, Sofia. Eu tinha avisado a Sofia mil vezes sobre a alergia fatal do Lucas. Mas ela disse que "esqueceu" . O meu marido, Pedro, também disse que foi um acidente. Ele abraçou a Sofia, que chorava, e mandou-me não a culpar. "Ela não fez de propósito, Ana. Não sejas tão dura." Dura? O meu filho jazia morto na morgue, e o meu marido protegia a mulher que o matou. Onde estava o coração dele? No funeral do Lucas, ninguém veio ter comigo. Todos consolavam a Sofia, que parecia mais a mãe enlutada do que eu. O Pedro veio ter comigo, não para me confortar, mas para me avisar: "Ana, controla-te. Não faças uma cena. A família da Sofia está aqui." Naquele momento, declarei o divórcio. Ele zangou-se, "Não tens coração?" Eu ri, com um som seco e feio. "Onde estava o teu coração quando o nosso filho estava a morrer? Estavas a consolar a mulher que o matou." Ele gritou: "Já chega! Não fales assim da Sofia! Foi um acidente!" Eu sabia que não era. Tinha de prová-lo. Decidi investigar a fundo por mim mesma, começando pela Sofia. Não tinha nada a perder.”
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