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A Vingança de Ana

Capítulo 3 

Palavras: 507    |    Lançado em: 26/06/2025

a de provas

eria suficiente no tribunal, especialment

e antecederam o an

stado a agir de

i-me d

, a Sofia pediu-me um ad

tava doente e precisava de

inheiro sem pe

arecia s

ular, um homem chamado Miguel, r

as eu usei as m

as finanças da Sofia e as

ava, eu concentrei-me em

dolorosa que algum

nquedo, cada livro de história

a sua gaveta de mei

digital, um daqueles que

o rec

um ao Lucas há uns meses, dizend

ava sempre a gravar so

começou a bate

o meu computa

de áudio, a maioria apenas

um, a minha esperança a

cheguei

o era o dia do an

em "repr

a que ouvi foi

o! B

z da Sofia,

tem um bolo especial para ti.

pa

a voz

se ele estivesse ao

ue isto vai funcionar

mais baixa ago

idente. Ninguém vai suspeitar. A Ana é demasia

Pedro,

dosa. Liga-me qua

de um

s, si

caiu das

o chão com u

onseguia

pulmões tinh

dr

apenas

estava e

o. O pai do

lanear a morte

iu-me pela

anho e vomitei até não

o frio, a tremer i

dio que e

ais frio,

que eu tinha estado a

a-lhe dad

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A Vingança de Ana
A Vingança de Ana
“O meu filho, Lucas, morreu nos meus braços no seu terceiro aniversário. A causa? Uma reação alérgica aguda a amendoins, num bolo dado pela nossa ama, Sofia. Eu tinha avisado a Sofia mil vezes sobre a alergia fatal do Lucas. Mas ela disse que "esqueceu" . O meu marido, Pedro, também disse que foi um acidente. Ele abraçou a Sofia, que chorava, e mandou-me não a culpar. "Ela não fez de propósito, Ana. Não sejas tão dura." Dura? O meu filho jazia morto na morgue, e o meu marido protegia a mulher que o matou. Onde estava o coração dele? No funeral do Lucas, ninguém veio ter comigo. Todos consolavam a Sofia, que parecia mais a mãe enlutada do que eu. O Pedro veio ter comigo, não para me confortar, mas para me avisar: "Ana, controla-te. Não faças uma cena. A família da Sofia está aqui." Naquele momento, declarei o divórcio. Ele zangou-se, "Não tens coração?" Eu ri, com um som seco e feio. "Onde estava o teu coração quando o nosso filho estava a morrer? Estavas a consolar a mulher que o matou." Ele gritou: "Já chega! Não fales assim da Sofia! Foi um acidente!" Eu sabia que não era. Tinha de prová-lo. Decidi investigar a fundo por mim mesma, começando pela Sofia. Não tinha nada a perder.”
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