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O Grito Silencioso de Helena

Capítulo 4 

Palavras: 529    |    Lançado em: 01/07/2025

is, recebi alt

rtar a ideia de voltar ao apartamento que partilhava com o

sitou no hospit

"Espero que estejas melhor" e "Precisamos

eria que eu e

, o Pedro apareceu. Ele não bateu à

star onde eu estava

á". "A minha mãe disse que o teu pai a expulsou do hospital. E agor

rplexo, como se não consegu

órcio." A minha voz saiu ma

ue eu fui à festa de aniversário da minha irmã? Pelo

rar. "Eu estava no hospital, a perder o nosso fil

! O que querias que eu fizesse? Ficar sentado ao te

, tão desprovidas de qualquer em

, disse eu, a minha voz a que

dia, ok? Eu também estou triste. Mas a vida tem de contin

nosso casamento

Eu trabalho que nem um cão para te dar uma

crédula. "Tu estavas com a t

coragem para confrontá-

adas. Pergunta-lhe porque é

A raiva deu lugar à confusão

uma coisa a ver com o teu... acidente? Está

nos olhos. "Pergunta-lhe porque é q

sas porque estás magoada e queres culpar alguém! Deix

ara sair, mas

ste. Quando estiveres pronta para pedir desculpa

do-me no escuro com a certeza horríve

escolhido

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O Grito Silencioso de Helena
O Grito Silencioso de Helena
“Quando abri os olhos, o cheiro de desinfetante e a dor no ventre eram lembretes cruéis: o nosso bebé, o Léo, tinha partido. Com a voz embargada, liguei para o meu marido Pedro, que estava na festa de aniversário da irmã, Eva. Esperei apoio, consolo. Em vez disso, ouvi a sua voz impaciente e, então, fui chamada de "dramática". A minha sogra, Laura, sentada friamente ao lado da cama, culpou-me e defendeu a indiferença do filho, dizendo que a festa da Eva era mais importante. Aquele desprezo cortou-me mais que a dor física. Mas o verdadeiro choque veio quando a Eva publicou a felicidade na festa, e de repente, a memória do dia da queda voltou: o degrau molhado, a sua calma assustadora, o olhar vazio enquanto eu caía. Aquilo não foi um acidente. Não foi um acidente. Lembrei-me do meu carro com os travões vazios meses antes, depois de a Eva o ter usado. Ela tentou matar-me? Como pode a minha própria cunhada ser capaz de tal monstruosidade? E como o Pedro, o homem que eu amava, pôde estar tão cego e tão longe quando eu mais precisei? Um nó de horror e raiva apertou-me a garganta. Não suportaria mais a dor e a traição. Eu ia atrás dela. A verdade, custasse o que custasse, viria à tona.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10