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TENHO UMA FILHA COM UM MAFIOSO

Capítulo 2 2

Palavras: 1567    |    Lançado em: 02/07/2025

RNO SOBR

novamente sobre meu ventre. Eu o sentia demasiado plano. Olhei para o d

consegui dizer antes de s

se estivesse perturbad

po, é normal que se sinta confusa» e

novo, mas meu corpo parecia dormente, como se me faltasse força o

e nem falar do quanto me cus

pressão compassiva,

u corpo. Não sabemos quem é, não sabemos nada sobre sua família, e estava em coma. A senhor

tivessem me dado um golpe duro. Cinco meses?

e está minha filha?

huma filha, tampouco esta

a puta brincadeira» apesar de me custar modular qualquer coisa, as palavras para o doutor

facada. Comecei a chorar desconsolada, porque parecia que eu havia

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ido minha filha, de que ninguém havia perguntado por mim, me tinha em estado de choque. Viver havia perdido completamente o sentido, e

m o soro intravenoso, não quer começar suas terapias de recuperação e nem falar das vezes que tento

do de plantão sempre, porque ele me cuidou desde o primeiro dia que cheguei ao hospital. Se

m podem me jogar na rua, ass

udo vai ficar bem, Victoria , você está viva de

s não tinham valor algum, eu já havi

m isso? Posso te pagar.» olhei-o com seriedade, porque fora do hospital eu tinha

ra terminá-las. Quer que chamemos alg

nguém. Se estava ali abandonada, era porque nem mesmo à minha irmã eu

lágrimas, mas pisquei ra

ontas bancárias e uma empresa que se chama Corporação Ventura. Camilo, se você me matar, se tiver esse ato de bondade para comigo, muito provavelme

, de feições orientais e um rosto tremendament

Basta que me dê seu número de identificação e pronto, não precisa pagar nada. Em relação ao que me disse.

razão. Eu não havia contemplado a ideia de procurar meu pequeno Sol, pois assim ia se cham

ha que minha filha

com dúvida e enc

perar para poder encontrá-la. Você passou por muito. Quase completa seis meses neste hospital. Possivelmente já te darão alt

ela estivesse precisando de mim. Ela precisa da mãe. Eu devia lev

quena era uma bênção e que, embora não levasse seus genes, ele estaria orgulhoso de

omento, era minha única esperança. Se ele havia cuidado de mim por

nha identific

se da beira da minha cama, aproximo

ver que vai se recuperar e pode

escobrir quem estava por trás do que me ocorreu. As lembranças em minha cabeça eram difusas. Sei, sinto, que ela está viva porque no meio do me

que o outro. Isso sim, atropelava meu coração. A intriga de por que ninguém veio me procurar também martelava minha existência. Que

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pir

rta do quarto com uma cara de poucos amigos. Tinha uma fol

e cobre?» ocorreu-me perguntar, e e

e é o seu número de identificação?

e onde eu inven

om ironia e bal

, você e

ssando suas palavras como

ei com um fio de voz, sentindo um

to com meu nome completo, meu número de identificação, e inclus

i, com a vista fixa no papel, m

m que você deu entrada aqui. Não há relatórios de sua entrada no hospita

que Camilo dizia. Era um pesadelo. Como podia estar m

u... tenho uma filha. Tenho uma famí

assivo, parecia que era a únic

ê deve se preparar, porque o que quer que tenha a

nha própria existência cambaleante. Eu estava viva, mas ao mesmo tempo..

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TENHO UMA FILHA COM UM MAFIOSO
TENHO UMA FILHA COM UM MAFIOSO
“«Não me encha o saco, temos um acordo, o das casas. E espero que o cumpra.» Elisandro afastou o telefone da orelha e se sacudiu nervoso; a voz do outro lado eletrificava todos os seus sentidos. «Claro que não, temos um trato, meu senhor. No laboratório já me confirmaram que a fecundação foi um sucesso; minha esposa terá um filho saudável para o senhor e sua esposa, como sempre quis.» Uma gargalhada cheia de sarcasmo retumbou do outro lado do telefone, e aquela respiração pesada que causava terror só de senti-la se fez presente. «E já pensou como vai fazer para tirar a criatura da mãe dela?» o homem bufou «Quero ter certeza do que você vai fazer.» «Bom, é simples, simplesmente direi à minha esposa que ela perdeu o bebê no parto, esses são os mínimos detalhes, senhor. Agora, minha pergunta é: com isso a dívida que temos estará quitada?» Elisandro arqueou uma sobrancelha enquanto olhava para o banheiro. Não queria que sua mulher o visse falando ao telefone. «Dívida? Hum, você é tão miserável e descarado, Elisandro. Não é uma dívida o que temos pendente, você manchou a honra da minha família, a pobre Esmeralda não devia ter saído do país. Agradeça que eu não te esfolo, Elisandro.» Elisandro empalideceu diante das palavras daquele homem. Sabia do que ele era capaz, e embora estivesse disposto a fazer o que fosse para pagar aquela dívida de honra, o Sr. Máfia não era seu único inimigo. «Senhor, minha esposa vem vindo; tenho que desligar.» Elisandro viu como Victoria apareceu pelo corredor, cruzando o umbral da porta do banheiro. Desligou a chamada e guardou o telefone, estendeu a mão para a esposa e foi se preparando para a surpresa. Devia fingir que não sabia de nada, embora ele fosse o criador de tudo.”
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