icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Rejeição e a Redenção

Capítulo 1 

Palavras: 814    |    Lançado em: 02/07/2025

m de um bip constante foram as

branca do teto do hos

uma dor surda que se espa

! Acor

o. Ele estava ao lado da minha cama, c

uma dor aguda na min

ando uma mão no meu ombro. "Tiveste um

es. A estrada sinuosa junto ao mar, o brilho dos

preocupação a tomar conta

seu olhar desviou-

não estava

bem. Onde é que ela está?

a estranha, uma mistura de pena e confusã

sim, de quem estou a fal

omo se eu fosse um estranho. "Tia

mã, Sofia Costa. Arquiteta, como

"Não é disso que estou a falar. E

sentou-se. A sua voz era

a Sofia. Um amor não correspondido. Ela nunca te deu a mínima aten

sentido. Eram como peças de

ssão?

icardo estava a voltar do Reino Unido e que precisava que o fosses buscar ao aeroporto. Tu largaste tudo e foste. Mas a meio do c

uma mulher que me tratava assim? Que me

mposs

dito em t

móvel do bolso e abriu uma

u o ecrã

rsidade, em festas de família, a rir, a olhar para longe. Eram fot

eiros, edifícios complexos e bonitos, todos inspirados nela. O n

" disse Miguel, com a voz embargad

ias. Não sentia nada. Nenhuma centelha de reconhecimento, nenh

a mas que ressoava dentro de mim, começou a instala

a. Com as mãos a tremer, apaguei todas as fotos. Uma po

do que para o Miguel. "Quero esque

midos. "Desculpa, Tiago. Eu nunc

pa não

Era uma chamada do tra

," disse ele, levant

êncio do quarto, a ol

telemóvel pessoal to

Miguel disse-nos do acident

ãe. Não foi n

ós fizeram com a família Pereira, aqui no Porto? A filha deles, a Inês... ela está de

as, naquele momento, pareceu-me a saída perfeita. Uma forma de fugi

urpresa dela e minha. "Eu vo

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Rejeição e a Redenção
A Rejeição e a Redenção
“Acordei no hospital. O cheiro a desinfetante e uma dor surda eram as minhas únicas companhias, para além de um vazio perturbador na memória dos últimos sete anos. Miguel, o meu melhor amigo, estava lá, mas as suas palavras revelaram uma chocante verdade: eu tinha vivido uma obsessão doentia por Sofia, a sua irmã, que me via apenas como um fardo. O acidente que me deixou à beira da morte? Foi culpa dela, depois de me ter abandonado para ir ter com o namorado dela, Ricardo. Mesmo sem me lembrar de nada, a crueldade deles não parou. Sofia atirou-me para uma piscina, deixou-me a morrer num incêndio e publicamente humilhou-me, acusando-me de plágio para garantir o sucesso de Ricardo. A minha carreira, o meu nome, tudo em ruínas. Como pude ser tão cego? A raiva fria e o vazio eram palpáveis, o peso de uma obsessão fantasma que me perseguia. Decidi que o Porto era um novo começo, longe de tudo. Lá, encontrei Inês, a promessa de um amor genuíno e cura. Mas o destino, com a sua ironia cruel, reservava-me um último golpe: uma nova tragédia que me devolveria todas as memórias. E com elas, a força para finalmente confrontar a minha dor e abraçar a verdadeira felicidade.”