icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Ela e o Fogo da Vingança

Capítulo 3 

Palavras: 646    |    Lançado em: 02/07/2025

vida ter sido destruída. O ar parecia mais limpo, as cores mais vivas. Eu estava ansiosa para ver meus

da frente c

pai, c

riso congelou. M

rindo de algo que minha mãe aca

va na mi

que eu tive no dormitório se desfez em pó, substit

riso radiante. "Lívia, querida, que bom

s seus olhos, quando encontraram os meus, continham um brilho de triunfo

boa!", disse ela, com

se fechou. Minha mente girava, tentando

zinha, segurando um copo de suco. Ao me ver, ele sorriu

se que os planos dela para o feriado tinham sido cancelados e que ela não tinha para onde ir. Eu n

teger foi quem abriu a porta para o monstro. Patrícia, sabendo que eu era uma barreira, sim

Eu não podia gritar. Eu não podia dizer "Ela está mentindo! Ela é uma víbora que vai destruir sua vida!". Eles

ue jogar o

ios. Parecia que meu rost

Pedro. Você fez bem. Olá, Pat

ram como veneno

til!", ela respondeu, sua voz pingando uma

da, e meu irmão corou, completamente alheio

meu pai perguntava se ela precisava de alguma coisa. Eles eram boas pessoas, incapazes de conc

Seus olhos diziam tudo. Era um olhar de pura vitória, uma zombaria silencios

. Ela não era apenas má, ela era inteligente e implacável. Mas a fúria que senti naq

inha casa. Mas desta vez, eu estou a

Reclame seu bônus no App

Abrir
Ela e o Fogo da Vingança
Ela e o Fogo da Vingança
“O cheiro de fumaça invadia meus pulmões, e o calor do fogo queimava minha pele. Eu não lutei, deixei as chamas me consumirem, assim como consumiam a casa que um dia foi meu lar. No meio do inferno, vi o rosto de Patrícia, contorcido em terror e dor, e uma última satisfação percorreu meu coração moribundo: ela morreria comigo. Era o fim justo para a mulher que destruiu tudo o que eu amava, tudo começou na véspera do vestibular. Patrícia, minha colega de quarto, a quem eu considerava amiga, me pediu para passar o feriado em minha casa. Eu, ingênua, concordei e levei a serpente para o meu ninho. Ela seduziu meu irmão, Pedro, acusando-o falsamente de agressão, destruindo seu futuro brilhante. Expulso da escola, ele foi forçado a trabalhar em uma fábrica perigosa, onde acabou morrendo em um acidente. Meus pais não suportaram a dor e se foram logo depois, deixando-me sozinha, consumida por um ódio que era a única coisa que me mantinha de pé. Peguei a gasolina e ateei fogo na casa, certa de que seria o fim. Mas, então, abri os olhos. Eu estava no meu quarto do dormitório da faculdade, meus pais e meu irmão estavam vivos. A data no meu celular me fez prender a respiração: era o dia em que Patrícia me pediu para ir para casa com ela. Eu não estava morta, eu tinha voltado. Uma segunda chance se apresentou, uma chance de salvar minha família e de fazer Patrícia pagar de uma forma que a morte pelo fogo nunca poderia. Naquele momento, a porta do quarto se abriu. Era ela, Patrícia, com seu sorriso doce e falso. "Lívia, eu estava te procurando." O pedido, as mesmas palavras, o mesmo sorriso ensaiado. "Não." Eu sabia que a ingênua Lívia tinha morrido no fogo, e em seu lugar nasceu uma estrategista.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10