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Uma Borboleta Azul, Paz Eterna

Capítulo 1 

Palavras: 807    |    Lançado em: 02/07/2025

eta, sem rodeios. Doença te

isa que me mantinha de pé era a esperança de salvar meu marido, Pedro. Ele, um jogador de futebol famoso, o orgulho da família, estava em uma cama de hos

E não por um estranho, mas pela m

ida ou morte, mas para pagar uma cirurgia plástica para a fi

a vida do meu marido desaparecido, a única coisa que me restou f

transferência da minha casa de praia para o nome del

ais, esperando choque ou

ana," disse minha mãe, com um suspiro. "Sofia sempre

ma mulher de ouro. Sempre cuidando de tudo, do Pe

sendo generosa, talvez um pouco errática por causa do estresse.

estava lá, é claro. Ela praticamente morava ali desde o acidente de Pedro. Meu filho, Joã

isse ao me ver,

que chegou. Estava justamente dizendo ao João como a ma

. Como ela era forte, como ela estava segurando as pontas pela família. Meus pais, meu marido debilitad

joguei a p

do. A casa de campo também é muito grande para eu cuidar

que mal falava, virou a cabeça lentamente na minha direção, o

esta. "Luana, não

ndo para meus pais. "Você mer

aprovação. Minha mãe secou uma lágrima falsa. "Nossa filha f

la minha garganta

o me chamou no quarto dele. Su

e olhar nos olhos. "Eu sei q

esp

para a minha recuperação... talvez fosse bom

o podia mais se partir, se estilh

ele disse, finalmente. "Para trazer sorte. Para me

vida, estava me pedindo para sair de cena para que sua

primeira vez, não senti nada. Absolutamente nada. O amor tin

ondi, e a minha própria voz me soou

s também aliviado. A culpa em seu rosto foi rapidame

eçado. E eu ia j

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Uma Borboleta Azul, Paz Eterna
Uma Borboleta Azul, Paz Eterna
“O médico soltou a bomba: doença terminal. O mundo parou para mim, mas a dor maior foi descobrir que a salvação do meu marido, em coma após um acidente, havia sido roubada. O dinheiro, todo ele, sumiu. E quem o pegou não foi um estranho, mas Sofia, a irmã dele, para uma cirurgia plástica na filha por causa de um arranhão. Com minha própria sentença de morte e sem grana para o Pedro, senti um silêncio assustador. Como pude ser tão cega? Como minha própria cunhada pôde me trair assim? Perguntei aos meus pais sobre o sumiço do dinheiro, mas eles apenas sorriram aliviados, dizendo que Sofia era mais responsável. Até meu filho, João, de sete anos, parecia mais próximo dela do que de mim. A dor rasgava meu peito, a traição me cegava. Eu ia morrer, mas não deixaria Sofia vencer. Com uma calma fria, o jogo começou: transferi minha casa de praia para o nome dela. Quando meu marido e meus pais, manipulados por Sofia, sugeriram que ela se casasse com Pedro para "trazer sorte", meu coração se despedaçou. Daquele dia em diante, não haveria choros. A vingança seria meu último ato, minha última herança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11