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Uma Borboleta Azul, Paz Eterna

Capítulo 4 

Palavras: 815    |    Lançado em: 02/07/2025

medicinais e o som de uma voz

o eles tiveram a coragem

Eu estava em uma cama macia, e ao meu lado, Carolina seg

nha voz saiu co

ha mão. "Você está segura. Eu te trouxe para um lugar tran

com compaixão e depois para Carolina. "Ela acordou. Mas, como eu

cabeça, mas não me trouxe medo.

mais firme. "O envel

avam todos os documentos que eu havia preparado nas últimas semanas. Contratos, cláusulas, procura

sobre tudo, invalidando qualquer transferência feita sob coação, e acionando cláusulas de proteção em todos os meus bens, congela

o," sussur

minação. "Eles vão pagar, Luana. Eu juro pela nossa ami

strar uma coisa. Eu sei que vai doer, mas voc

ia chegado ao meu celular enquanto

na sua cama, com o seu marido. E o seu filho acabou de me chamar de 'mãe' de novo. Foi tão fofo! Não se preocupe em voltar. Ninguém aqui sente a sua fal

go. Era a confirmação final. A prova da maldade pura, s

tinha tido uma vida difícil. Eu a acolhi, a tratei como uma irmã. Dei a ela um emprego na minha empresa, a ajudei a criar a filha. E el

sós, antes do meu plano começar. Eu a confro

Sofia? Era a úni

filha temos uma vida inteira pela frente. Aquele dinheiro serviu para garantir o futuro del

dei tu

deveria ter sido meu desde o início. Você sempre teve tudo de mão beijada. O marido famoso, a casa

e do seu ressentimento. Tinha sube

na mão de Carolina. Ela o

perguntando se eu sei onde você está, porque a Sofia precisa qu

. Eles estavam preocupados com os b

riso genuíno, de

rol," sussurrei.

o ficou mais leve. Olhei pela janela e vi o sol começan

rimeira vez em meses, eu

mor

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Uma Borboleta Azul, Paz Eterna
Uma Borboleta Azul, Paz Eterna
“O médico soltou a bomba: doença terminal. O mundo parou para mim, mas a dor maior foi descobrir que a salvação do meu marido, em coma após um acidente, havia sido roubada. O dinheiro, todo ele, sumiu. E quem o pegou não foi um estranho, mas Sofia, a irmã dele, para uma cirurgia plástica na filha por causa de um arranhão. Com minha própria sentença de morte e sem grana para o Pedro, senti um silêncio assustador. Como pude ser tão cega? Como minha própria cunhada pôde me trair assim? Perguntei aos meus pais sobre o sumiço do dinheiro, mas eles apenas sorriram aliviados, dizendo que Sofia era mais responsável. Até meu filho, João, de sete anos, parecia mais próximo dela do que de mim. A dor rasgava meu peito, a traição me cegava. Eu ia morrer, mas não deixaria Sofia vencer. Com uma calma fria, o jogo começou: transferi minha casa de praia para o nome dela. Quando meu marido e meus pais, manipulados por Sofia, sugeriram que ela se casasse com Pedro para "trazer sorte", meu coração se despedaçou. Daquele dia em diante, não haveria choros. A vingança seria meu último ato, minha última herança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11