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Uma Borboleta Azul, Paz Eterna

Capítulo 2 

Palavras: 704    |    Lançado em: 02/07/2025

horado, quebrado coisas, exposto a crueldade de todos eles ali mesmo. Mas eu não fiz nada disso. Uma paz gélida havia se in

eu concordo," eu disse, com a voz firme. "

alívio em seus olhos. Ele esperava uma b

ão de gratidão. "Você sempre foi tão compreensiva. E não se preocupe, eu nunca vou te e

e estava me expulsando da minha própria vida e me ofere

rrendo e abraçou a perna de Pedro. "Papai, então a tia Sofia vai se

bagunçando o cabelo do nosso filho. "

eu, as pernas fraquejaram. O chão veio de encontro a mim rapidamente.

Agora não. Não precis

um pano úmido na minha testa, com uma expressão de falsa p

dela era de pura repreensão. "Fingir um desmaio não vai

a cadeira de rodas. "Pensamos que você finalme

a dor e os sintomas mais agressivos da doença estava funcionando bem demais. Ele mascarava a devastação que acontecia dentr

uebra-cabeça. Eles não eram apenas cruéis, eram cegos. E a minha doença, escondida por

me dirigi a Sofia. Todos ficaram em silê

s se fixaram em mim. "O que eu disse

iu a test

na sala silenciosa. "O resto das propriedades, as ações, o dinhei

me encarava como se eu fosse louca. E Sofia... no rosto de Sofia, por um breve

.." ela começou a protestar,

toridade que surpreendeu a todos, inclusive a mi

me encarava de volta tinha os olhos fundos, mas eles brilhavam com uma nova e terrível determinação. Se eles queriam que

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Uma Borboleta Azul, Paz Eterna
Uma Borboleta Azul, Paz Eterna
“O médico soltou a bomba: doença terminal. O mundo parou para mim, mas a dor maior foi descobrir que a salvação do meu marido, em coma após um acidente, havia sido roubada. O dinheiro, todo ele, sumiu. E quem o pegou não foi um estranho, mas Sofia, a irmã dele, para uma cirurgia plástica na filha por causa de um arranhão. Com minha própria sentença de morte e sem grana para o Pedro, senti um silêncio assustador. Como pude ser tão cega? Como minha própria cunhada pôde me trair assim? Perguntei aos meus pais sobre o sumiço do dinheiro, mas eles apenas sorriram aliviados, dizendo que Sofia era mais responsável. Até meu filho, João, de sete anos, parecia mais próximo dela do que de mim. A dor rasgava meu peito, a traição me cegava. Eu ia morrer, mas não deixaria Sofia vencer. Com uma calma fria, o jogo começou: transferi minha casa de praia para o nome dela. Quando meu marido e meus pais, manipulados por Sofia, sugeriram que ela se casasse com Pedro para "trazer sorte", meu coração se despedaçou. Daquele dia em diante, não haveria choros. A vingança seria meu último ato, minha última herança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11