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Sete Anos, Um Adeus Cruel

Capítulo 4 

Palavras: 970    |    Lançado em: 02/07/2025

tava carregada de uma indignação que Miguel achou inacreditável. "Ele é

do por ela se extinguindo completamente. Ele se sentia um idiota por ter tido, por

ele disse, a voz firme e sem emoção.

ente, desesperada. "Foi um acidente! Ele não fez

mpresa que vale muito dinheiro. Ele mentiu sobre isso. Ações têm consequências, Patr

foi mais rápida. Agarrou seu braço co

ir! Você tem

e puxou o braço com força,

me to

a o olhou, os olhos cheios de

o não significa nada pra você? Você vai jogar tudo no

ele disse, o cansaço evidente em sua voz. "O problema

atrair a atenção de algumas pessoas que

conforto, a segurança que eu te proporcionava. Mas v

te, decidido a acabar com aquel

á fazendo! Vou dizer à sua empresa que você está usando o poder deles para se

erada e, honestamente, patética. Miguel parou

achar que deve

desespero, mas não parou. Ele sabia que se olhasse, se visse a dor dela, uma parte es

por um longo tempo. A raiva tinha passado. A dor tinha diminuído. O que restava er

s ameaças. Ele não fez isso por vingança, mas por proteção. Ele precisava de um registro formal, uma barreira legal entre a vida dele e o caos que ela insistia

o que um dia foi amoroso em um caso de polícia. Mas, ao mesmo tempo, sentiu um peso sair de s

era imensa, as noites eram longas, mas a camaradagem da equipe e a emoção de criar algo novo o mantinham energizado.

o mostraram que Tiago tinha deliberadamente usado um imã de alta potência perto do servidor onde o protótipo de Miguel estava armazenado, causando a corrupção dos dados. Não f

m seu depoimento, ela alegou que não sabia das intenções dele, que achava que ele só queria usar um dos computadores mais pote

s uma tristeza profunda pela feiúra da situação toda. Ele apagou o e-mail. Não que

futuro ali. Um futuro que ele tinha construído sozinho, para si mesmo. E pela prim

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Sete Anos, Um Adeus Cruel
Sete Anos, Um Adeus Cruel
“Sete anos. Sete anos de namoro, de planos, de sonhos construídos, tudo culminava naquela noite perfeita, no bistrô charmoso que Patrícia tanto amava. Eu a esperava, com o coração transbordando, pronto para o "sim" que selaria nosso noivado, rodeado por amigos que vieram celebrar nosso amor. Então, a foto. Em um piscar de olhos, a imagem dela sorrindo ao lado de outro, em um apartamento vazio, caixas de mudança espalhadas, um mundo desabou sobre mim. "Ajudando o amigo Tiago na casa nova! Que comece a nova fase! 💪" A legenda zombava da minha dor enquanto eu, sozinho, era humilhado diante de todos. Meu estômago gelou, a bile subiu à garganta. Ela não estava atrasada; ela não viria. Ela me trocou por caixas. A humilhação era um soco, a confusão um nó na garganta. Como ela pôde? Como pude ser tão cego? A dor da traição. O choque da indiferença dela quando, ao chegar em casa, eu a confrontei. "Eu esqueci completamente! A gente pode fazer outra festa, não tem problema!" Era só uma festa para ela, mas para mim, era o fim de tudo. "Saiam da minha casa. Agora." Com um anel de noivado jogado no bueiro e a alma em frangalhos, fechei aquela porta para sempre. Acertei as malas, comprei a passagem para a Europa. Decidi que era hora de virar a página e construir minha nova fase, longe de tudo que me destruiu. Longe dela.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10