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Cachorrinho de Estimação: A Revolta

Capítulo 4 

Palavras: 759    |    Lançado em: 03/07/2025

ta andares, as palavras de Patrícia ecoavam

uma pessoa, era uma extensão da sua vontade, uma criação sua, ela não me "descob

ceber que o pouco de humanidade que eu achava que ex

ebi uma série de mensagens de texto, fotos de um carro novo que ela tinha "comprado

deria, a linguagem do dinheiro, ela estava tentando me comprar de vol

mero dela, a decisão estava tomada, e não havia nada

tava acostumada a não ter o que queria, eu precisava desaparecer de u

a jogada, um último ato n

esa de sua família o dia todo, voltei ao apartamento, usando a chave

bolsa dela jogada no sofá, um lembret

xistência daquele lugar, peguei todas as roupas, sapatos e acessórios que ela me deu, objetos que

s ternos caríssimos, tudo, eu não vendi nada, n

espanto da voluntária quando viu o conteúdo dos sacos foi quase côm

implesmente, "De alguém qu

uase completamente vazio de qualquer

edes sociais, tirei uma foto de uma garrafa de vinho caro que ainda estava na adega

da era simples e calculada para atingir

meu amor, para cele

veria aquilo como uma rendição da minha parte, um pedido de desculpas, a prova

queei o número dela no

m amigo em comum, que eu sabia que era um dos

feliz! Disse que sabia que você ia cair em si, ela

estava vindo, esperando encontrar seu "cachorrinho

la, dei uma última olhada no apartamento que

havia confronto, apenas o silênc

a cena, Patrícia abrindo a porta, esperando um jantar romântico, e encontrando um apartament

talvez, mas para mim, era a decl

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Cachorrinho de Estimação: A Revolta
Cachorrinho de Estimação: A Revolta
“Eu sou João Ribeiro, um designer de moda que saiu da favela e, por dois anos, vivi uma farsa como o namorado "artista da comunidade" de Patrícia Costa, a herdeira de um império têxtil. Nosso acordo era peculiar: a cada traição dela, minha conta bancária engordava, transformando a humilhação em uma fortuna que garantia o conforto do meu pai. Eu me tornei o "cornudo de luxo", ignorando os sussurros e o desprezo, acreditando ser um sacrifício justo pela segurança da minha família. Mas tudo mudou com uma transferência exorbitante, um valor dez vezes maior que o usual, que caiu na minha conta sem aviso. Minha alma, que eu achava ter endurecido, gritou. Não era mais sobre sobreviver, era sobre o que restava da minha dignidade. Aquele dinheiro, que parecia uma indenização pelo meu "trabalho", me fez perceber: eu era a sombra de outro homem, o substituto de Fábio Almeida, o amor perdido dela. "Cachorrinho de estimação", era assim que eles se referiam a mim. A raiva me deu uma clareza gelada. Eu não era um objeto descartável. Eu não era um fantasma. Decidi que já bastava. Vendi tudo que ela me deu, doei as roupas de grife, e me desfiz de cada vestígio daquela farsa. Eu ia voltar para minha favela, usar o dinheiro para construir algo real: uma escola de moda para os jovens da comunidade. "Voltando para aquele buraco?", ela zombou, quando a confrontei. "Prefiro ser um professor de verdade do que seu namorado de mentira." Desliguei o telefone, deixando-a com seus gritos e riquezas. Eu era João Ribeiro, e Patrícia Costa iria aprender, da maneira mais difícil, quem eu realmente era. Minha liberdade estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10