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O Renascer de Hana: Adeus, Inferno

Capítulo 4 

Palavras: 704    |    Lançado em: 03/07/2025

e anunciei os meus planos de divórcio. Por um breve segundo, a sua máscara de arrogâ

de vídeo da Vanessa. O seu rosto apar

nha cabeça dói tanto

ncerteza desapareceu, substituída pela preocupação ha

esprezo. "Vês? Há pessoas que realmente prec

uarto sem olh

dido nas ruelas de Alfama para o meu aniversário. Era o meu primeiro aniversário como uma mu

, Hana!" disse

desejei amor ou felici

, a porta do bar abr

dos seus amigos barulhentos atrás deles. O seu olhar varreu o noss

lta a chamar a atenção de todos no bar. "A celebrar a

osa. "Não podes fazer iss

posso fazer o que eu quiser. Eu acabei de

e aproximou, a tremer. "Senh

Hugo, e o gerente

ugo. Ele olhou para a nossa mesa – para o bolo, para as poucas decorações

deliberado, el

das, o vidro partido. As nossas memórias f

alvar uma foto nossa, rindo,

lso. "Larga isso. Não m

rou-me. C

ás, sobre a confusão de vidro pa

as costas e pernas. Senti o vidro a cortar a

vi o Hugo ordenar ao

lixo. A última coisa que vi foi o Hugo a abraçar a Vanessa, a beijar-lhe a testa, a sussu

-me os olhos. A Clara e a Inês estavam sentadas ao meu

a. "Chega. Tu tens de o deixar. Isto

os. Desta vez, não as contive. "

o. "Nós estamos aqui con

ios. "Eu já superei. O amor... desapare

exclamou a Inês. "Quando saíres daqui, vamos celeb

uarto abriu-

ou, o seu rosto uma

le, a sua voz a pingar sarcasmo. "Não sejas r

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O Renascer de Hana: Adeus, Inferno
O Renascer de Hana: Adeus, Inferno
“No sétimo ano de um casamento infernal, o ar frio de Lisboa congelava-me a alma. Caída no chão de um estúdio de Fado, o sangue escorria da minha testa. Ferida por uma rival, liguei desesperadamente ao meu marido, Hugo Contreras. A sua voz, como sempre, era fria e distante. "Hana, o que queres agora? Estou ocupado." Quando consegui sussurrar que estava ferida, ele soltou uma gargalhada cruel. "Tu morreres seria um alívio para todos, Hana. Especialmente para mim." O som, cortante como uma lâmina, aniquilou o meu espírito antes que a escuridão me envolvesse. Acordei, sem ferimentos, mas com uma dor dilacerante no coração. Olhei para o calendário: sete anos antes, logo após o nosso casamento forçado. Eu tinha renascido. Ele anunciou-me que o advogado estava lá em baixo para o divórcio. Foi então que ouvi a voz da Vanessa Perez, a sua amante e minha meia-irmã. Ela, cuja mãe destruíra a minha família e levara a minha mãe à morte. Vinte anos de amor não correspondido, sete anos de inferno. Ele sempre soubera dos meus sacrifícios, das minhas tentativas desesperadas de fazê-lo olhar para mim. Mas preferiu ver-me como uma "filha malcriada e ciumenta". Até ele, que se dizia meu marido, me via como um "jogo". Chamei um advogado, pedindo metade de tudo. "Eu quero o divórcio. Eu estou a pedir o divórcio." Hugo, chocado, viu nos meus olhos algo que nunca vira: o fim. Hoje, o meu amor por ti morreu. E pela primeira vez, senti alívio.”