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O Renascer de Hana: Adeus, Inferno

Capítulo 3 

Palavras: 1285    |    Lançado em: 03/07/2025

surro chocado. A raiva subiu-me pela ga

"Ele? Ele vai matar-te a ti. Ele vai

"Sabes, a minha mãe sempre disse que a tua era fraca. Uma mulher patética q

ar dentro de mim. A dor, a raiva, o

da minha mãe!" gritei

gritou, tropeçando para trás. Na sua confusão, e

gritou ela, e brandiu o

para baixo e vi um corte profundo, o sangue

utros. A tia do Hugo, os primos e, finalme

ra a chorar histericamente no chão. Viram o meu bra

lado da Vanessa, ajudando-a a levantar-se, a protegê-la

eu! Ela disse que se não podia ter-te, então iria destruir a coisa q

oz a tremer de raiva e dor. "Foi ela!

olhos de todos estavam fixos em

"Tu profanaste a memória do nos

ram os outros. "Ela não

para a Vanessa a chorar nos seus braços, e depo

encostada uma velha bengala de oliveira. Era a

e avançou na

ei eu, recuando. "O

rios, sem qualquer emoção para além da

vô," disse ele, e a bengala desceu

ravessou-me o corpo. C

a Vanessa," continuou e

ada. E out

a. Podia ver, através das minhas lágrimas, o Hugo a parar por um momento para acariciar o c

artir os meus ossos. Mas a dor no meu coração era pior. A humilhaçã

u a girar, os sons a ficarem abafados. A última coisa que v

sua voz distante. "Deixem-na na ru

nto alugado em Alfama. Alguém – talvez um dos empregados com um pingo d

ade, levantei-me e fui até ao espelho. As minhas costas estavam cobertas de vergões r

a um lembrete da sua brutalidade. E com cada toque, algo mais se quebrava de

stava a publicar fotos dela e do Hugo. Fotos deles a cuidar um do outro. Numa, ela estava a pôr uma compressa

de náusea. Bloqu

i em todas as coisas que o Hugo me tinha dado ao longo dos anos – as p

e uma pequena festa no meu apartamento. Eles trouxeram um bolo, vinho do Porto e,

ue era outra amiga que tinha

Vanessa e um grupo dos seu

om desprezo. "Ainda consegues festeja

u-se. Ele e os seus amigos começaram a virar as mesas, a esm

tar salvar uma moldura com uma

rou-me. C

te sobre os cacos de uma

ha pele, as minhas costas, os meus braços. O vinho tinto mistur

olhar para mim, o seu rosto uma máscara de indiferença, antes d

us amigos estavam ao meu lado, os seus

nha amiga Clara, a sua voz a tremer. "

que ela t

meira coisa que fiz foi

Quero finalizar o divórcio

sustadora, peguei em sacos do lixo e comecei a deitar fora tudo. Tu

com tanto orgulho e depois com tanta dor. Tirei-o do dedo e coloquei-o numa pequena caixa,

eu último "pre

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O Renascer de Hana: Adeus, Inferno
O Renascer de Hana: Adeus, Inferno
“No sétimo ano de um casamento infernal, o ar frio de Lisboa congelava-me a alma. Caída no chão de um estúdio de Fado, o sangue escorria da minha testa. Ferida por uma rival, liguei desesperadamente ao meu marido, Hugo Contreras. A sua voz, como sempre, era fria e distante. "Hana, o que queres agora? Estou ocupado." Quando consegui sussurrar que estava ferida, ele soltou uma gargalhada cruel. "Tu morreres seria um alívio para todos, Hana. Especialmente para mim." O som, cortante como uma lâmina, aniquilou o meu espírito antes que a escuridão me envolvesse. Acordei, sem ferimentos, mas com uma dor dilacerante no coração. Olhei para o calendário: sete anos antes, logo após o nosso casamento forçado. Eu tinha renascido. Ele anunciou-me que o advogado estava lá em baixo para o divórcio. Foi então que ouvi a voz da Vanessa Perez, a sua amante e minha meia-irmã. Ela, cuja mãe destruíra a minha família e levara a minha mãe à morte. Vinte anos de amor não correspondido, sete anos de inferno. Ele sempre soubera dos meus sacrifícios, das minhas tentativas desesperadas de fazê-lo olhar para mim. Mas preferiu ver-me como uma "filha malcriada e ciumenta". Até ele, que se dizia meu marido, me via como um "jogo". Chamei um advogado, pedindo metade de tudo. "Eu quero o divórcio. Eu estou a pedir o divórcio." Hugo, chocado, viu nos meus olhos algo que nunca vira: o fim. Hoje, o meu amor por ti morreu. E pela primeira vez, senti alívio.”
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