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Câmeras Ocultas: O Palco da Traição

Capítulo 4 

Palavras: 690    |    Lançado em: 04/07/2025

ma celebração grandiosa. Ele começou a organizar uma festa luxuosa na mansão deles, u

lista de convidados cheia de nomes da alta sociedade. "Quero que todo

pena e falsos elogios, a deixava enjoada. Mas ela concordou, sabendo que qualquer protesto

um buffet sofisticado e uma orquestra tocando música clássica no jardim. Os convidad

s de sua "doença" . Pedro a empurrava em sua cadeira de rodas pel

radiante!" dizia uma soci

uidar dela tão bem," sussurrava outro co

ma boneca quebrada em uma festa de máscaras onde todos, exceto ela, pareciam se divertir com a farsa. Luana também est

menagem a Sofia. Pedro a levou para o centro do salão, em

ssoando pelos alto-falantes. "Hoje celebr

emesas. Alguém gritou. As pessoas começaram a se empurrar, tentando ver o que estava acontecendo. N

ânico tomou conta da multidão. As pessoas, em sua pressa para se afastar ou para ver o que havia acontecido,

veludo no painel se soltasse. O pano caiu, revelando o que estava por

ncipal dizia: "PARA CELEBRAR A CHEGADA DO H

caída e humilhada no chão, e depois para Pedro e Luana, que estavam parados lado a lad

lica. A festa não era para ela. Era para o filho de Luana. Era a apresentação ofici

barriga de Luana, os dois olhando para a faixa como se estivessem diante de um altar, fazendo um voto silencioso. Naquele momento, no chã

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Câmeras Ocultas: O Palco da Traição
Câmeras Ocultas: O Palco da Traição
“Meus dedos, antes ágeis sobre tecidos e croquis, agora tremiam levemente. Deixei o lápis cair no chão e, ao me inclinar, vi o que não deveria: um ponto preto minúsculo, quase imperceptível. Uma câmera. Meu coração disparou; dezenas, talvez centenas delas, espalhadas por cada canto da casa que eu considerava meu refúgio. A casa não era mais um lar, mas um palco de vigilância, e minha privacidade, minha vida, tudo estava sendo observado. Em vez de gritar e confrontar Pedro, meu marido, respirei fundo, controlando o tremor nas mãos, e forcei uma expressão serena. Quando ele chegou, agi conforme o plano: "Pedro, querido, vou fazer minha caminhada diária. O dia está lindo." Com um beijo na testa que agora parecia zombaria, ele me observou sair. Mas eu não fui longe; voltei pela porta dos fundos e me escondi no closet, de onde via o monitor de segurança no escritório de Pedro. Pouco depois, Luana entrou, e Pedro a recebeu com um beijo de amante. No monitor, assisti à cena que quebrou o que restava do meu coração: eles se beijando, as mãos dele explorando o corpo dela com uma urgência que ele não demonstrava comigo há anos. Então, ouvi a voz de Pedro, clara e nítida: "Termine logo, pois Sofia volta da caminhada em trinta minutos." Luana riu, um som desdenhoso: "Você ainda se preocupa com aquela aleijada? Ela não serve para nada, Pedro. Por que você não se livra dela de uma vez?" Prendi a respiração, esperando que ele me defendesse. "Não fale assim dela," a voz de Pedro ficou séria. "Sofia é meu maior amor e meu limite. Tudo que faço é por ela." A hipocrisia naquelas palavras era tão densa que quase engasguei. Luana colocou a mão sobre a barriga. "Nosso filho merece mais, Pedro. Ele merece ser o único herdeiro, o dono de tudo isso. Não o filho de uma mulher que nem consegue andar." Filho. Luana estava grávida. A paralisia, que os médicos não conseguiam explicar, agora fazia um sentido terrível: ele me queria dependente, paralisada, para o filho da amante herdar tudo. Mas a dor se transformou em uma raiva fria e cortante, uma determinação de aço. Eu já estava me recuperando; secretamente, sentia o formigamento nas pernas, a força retornando. Peguei meu celular e digitei a resposta para a oferta de emprego em Paris, que quase recusei por causa dele. "Eu aceito."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10