Câmeras Ocultas: O Palco da Traição
antes ágeis sobre os tecidos e croquis, agora tremiam levemente. Ela deixou cair o lápis no chão, e o som seco ecoou no silêncio da casa. Ao se inclinar na ca
uilo ali. Com a ponta do lápis, ela cutu
canto superior da estante de livros. Havia dezenas, talvez centenas delas. Olhos eletrônicos espalhados por cada cômodo, cada canto, cada refúgio que ela considerava seu. A cas
nte. Ela respirou fundo, controlou o tremor em suas mãos e forçou uma expressão se
na garagem, ela agiu confo
azer minha caminhada di
dos os dias. Ele a beijou na testa, um
or. Tenha cuida
re deixava destravada, e se escondeu no grande closet do quarto principal. Havia uma pequena fresta na porta, e de lá, ela podia ver o monitor pri
sociais. Jovem, bonita, com um sorriso que não alcançava os olhos. Pedro a recebeu com um beijo que não era de mar
os de Pedro explorando o corpo de Luana com uma urgência que ele não demonstrava com ela há anos. Cada toq
Pedro, clara e nítida at
ofia volta da caminhad
sdenhoso que fez o s
jada? Ela não serve para nada, Pedro. Po
perando a resposta de Pedro. E
u séria, quase severa. "Sofia é meu maior a
ía em sua própria casa, com uma mulher que a desprezava, e ainda ousava falar de amor. Ele não
barriga, um gesto que Sofi
er o único herdeiro, o dono de tudo isso. Não
nter Sofia, a esposa troféu, paralisada e dependente, enquanto Luana gerava o herdeiro que assumiria tudo
senhou, Sofia sentiu algo mudar dentro de si. A dor não desapareceu, mas se transf
rmigamento nas pernas, a força retornando aos poucos. Ela escondia isso
anterior. Uma oferta de emprego de uma prestigiada casa de moda em Paris. Uma op
ma precisão que a surpreend
ace
mais ser a vítima na história de Ped