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Amor e Ódio na Canção

Capítulo 2 

Palavras: 689    |    Lançado em: 04/07/2025

triste. Eu não sabia para onde ir. Minha casa não era mais minha, minha filha estava

que ainda guardavam a chama da decência. Quando ela viu meu estado, o rost

... o que a

eu segurei no hospital finalmente vindo

ença de Clara, a crueldade

endo em uma máscara de horror e vergonha. Ela segurava um te

ela sussurrou, as palavras cheias de uma dor antiga. "

. Era do hospital. Eles precisavam que eu fosse liberar o cor

velha, com um olhar cansado, ma

rda. Sua filha era uma menina adorável. Ela

a semana passada? Sofi

lhando para os lados co

a séria. Que ela precisava de repouso absoluto e antibió

dos meus

ia sabia que Cla

sentiu, o rosto

o encontramos vestígios do medicamento. Em vez disso, encontramos altas doses de um estimula

sapatos de balé nos pés de Clara, o sorriso falso de Heitor fala

ssass

ra que ela pudesse

de soltou um gemido baixo, cobrindo a boca com a mão. A verda

so. Um número desconhecid

Ela me instruiu a cuidar de todos os arranjos do funeral. Ela

ida, profissi

estado emocional instável, seria melhor se o senho

rosnado baixo subiu pela minha garganta. O advogado

de. A fragilidade dela desapareceu

cliente, a minha neta desalmada, que se ela tentar impedir Miguel de se despedir de Clara, eu mesma vou à polícia e conto tud

escendo. O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de u

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Amor e Ódio na Canção
Amor e Ódio na Canção
“Minha guitarra portuguesa chorava, um lamento que mal escondia a dor: minha filha Clara estava ardendo em febre, lá em cima. Mas o furacão Sofia, minha esposa e produtora musical, chegou com Heitor, o cantor sertanejo, para arrancar Clara da cama, ignorando meu apelo: "Ela precisa de médico!" Eles tinham um show, e Clara, a bailarina prodigiosa, era a peça que faltava para a fama. Sofia riu da minha súplica, do meu ajoelhar, me oferecendo para desaparecer, para tocar de graça, só para deixar nossa filha descansar. Ela me empurrou: "Levante-se, Miguel. Você é patético. Música de velho, perdedor. O futuro é o Heitor." Assistir deitado no chão enquanto ela arrastava Clara, que me olhava com olhos assustados, foi minha ruína. Naquela noite, a imagem de Clara dançando, débil e tropeçando, projetada no telão, foi a "emoção" que o público aplaudiu. Até que ela caiu. E não se levantou mais. No hospital, o médico confirmou: infecção grave, exaustão. E a enfermeira revelou o horror: Sofia sabia que Clara estava doente. E pior, a drogou com estimulantes. Não foi negligência. Foi assassinato. Eles capitalizaram a morte da nossa filha. Então, um advogado me ligou, dizendo que eu estava proibido de ir ao funeral. Proibido de me despedir da minha própria filha. Fiquei lá, paralisado, a dor se transformando em um gelo. A música morreu dentro de mim, e em seu lugar, nasceu um único e sombrio acorde. Vingança.”
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