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O Preço da Negação: A Vingança de Uma Mãe

Capítulo 4 

Palavras: 570    |    Lançado em: 04/07/2025

ndignação era palpáve

para a autorização de enterro. Uma troca.

disse eu, a m

enterro e empurrou os papéis da adoção para mim. A minha mão não tremeu quando

s da adoção e saiu

pudeste?" c

i na autorização assinada, o meu bilhete para fora deste inferno.

azio num cemitério tranquilo, com vista para o mar.

estava a dar uma festa. Ela exibia um novo colar de diamantes,

ximou-se, o seu s

hegaste. Os teus pais

já a saber o que ia encontrar. As suas palavras eram cruéis,

o, leu a parte mais cruel em v

nveja. Esperamos que o William perceba o seu erro

a. Os olhares de pena e jul

céus, eu não devia ter lido

a minha paciência f

ixa, mas cortava o ar. "Lembras-te daquele verão, Lilith? Quando empurraste a irmã da minha mã

dela fic

teu filho que estás a diz

á fora, fazendo as janelas tremerem. Lili

lado dela, envolvendo-

ega! Pára de

stado a brincar perto da lareira, correu na mi

Léo é mau! Vou quebr

para a atirar contra

ÃO

para o impedir, mas Will

r nele!" rosnou ele, a

se em mil pedaços no chão, as cinzas do meu filho a

o de papel dobrado, que tinha estado escondido

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O Preço da Negação: A Vingança de Uma Mãe
O Preço da Negação: A Vingança de Uma Mãe
“Naquela tarde de 1995, sob uma chuva torrencial no Rio de Janeiro, segurei a pequena urna com as cinzas do meu filho de três anos, o Léo. Fui até o quartel do BOPE, encharcada, para pedir ao meu marido, William, uma simples assinatura para o seu enterro. Mas a realidade desabou sobre mim. William, cego pela sua amante Lilith, não só negou a morte do nosso filho, chamando-o de "mau" e "vivo", como me acusou de "drama" e de "chamar a atenção". Ele se recusou a assinar o atestado de óbito, humilhando-me publicamente e me forçando a uma barganha cruel: a assinatura para Léo em troca da minha renúncia a tudo, adotando o filho de Lilith. A casa que partilhávamos incendiou-se, e ele me abandonou às chamas, salvando-a a ela. Como se podia amar alguém assim? Como um pai podia ser tão cego e cruel ao ponto de negar a existência do próprio filho, morto por sua negligência e castigo? Foi ali, com a dor a rasgar-me a alma e as cinzas do meu Léo nas mãos, que a chama da minha liberdade acendeu. Prometi a mim mesma que o tiraria daquele inferno e nunca mais olharia para trás.”
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