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Amor e Traição em Pães

Capítulo 2 

Palavras: 709    |    Lançado em: 07/07/2025

ainda mais atrás da prateleira, cada palavra que ouvia cravando em sua mente. Aquele

tava rin

e, metálica e distante pelo telefone. "A Isabela já está ficando impaciente. C

z o estômago de Luana revi

ada centavo dela é um luxo a mais pra mim e pra Bel. Ela não suspeita

giná-lo olhando ao redor, com nojo daq

' . Aquela confeitaria que era a vida dela. Cheia de prê

ovo, um som

s financiando a festa do meu noivado. Acha que o dinheiro na caixa de sa

como se fosse um xingamento. A profissão que sua mestra, Dona Clara, a ensinou a amar

ta, os pés inchados, e Pedro a abraçava, dizendo: "Vo

. Tudo

la contava as moedas no fim do dia, feliz por estarem construindo

?" , zombou Gustavo. "A filha que era u

. Do mentor dela, aquele chef Ricardo... de todo mundo. Ela está sozinha. Só tem a mim. E ela acredita em cada palavra que e

mavam por dentro. O amor que ela sentia se transformou em pó, em cinzas. A dedic

ou ser possível. Não era apenas a traição com outra mulher. Era o d

Ele a via como uma ferramenta,

iu os passos de Pedro se aproximando da porta da padaria. Seu corp

om um sorriso. De cada moeda que guardou na maldita caixa de sapatos.

pão quente, que antes a confortava, agora

de inox. Viu uma mulher cansada, com farinha no ca

tão profundo que doeu fisicamente. Arrependimento por ter acre

rmitido ser r

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Amor e Traição em Pães
Amor e Traição em Pães
“"Quebrou? Como assim, Pedro?" Sua voz mal saiu quando Pedro, o homem que eu amava e que parecia ter o mundo aos seus pés, desabou na minha frente. Ele chorava, dizendo que havia perdido tudo em um investimento errado. Eu não hesitei. Fechei minha confeitaria chique, a "Doce Luana" , o sonho da minha vida, e usei todas as minhas economias para abrirmos uma padaria humilde num bairro operário. Minhas mãos, antes delicadas para macarons, viraram puro calo de tanto sovar pão. Eu trabalhava 16 horas por dia. O Pedro dizia que me ajudava, mas estava sempre no celular. Até que, um dia chuvoso, ouvi a risada dele nos fundos da padaria. "Cara, você não acredita. A padaria está bombando. A 'padeira' aqui leva jeito pra coisa." Era o Gustavo, o melhor amigo dele. "E aí? Ela já juntou quanto nessa brincadeira de pobre?" "Quase duzentos mil. A idiota guarda tudo numa caixa de sapatos. Acha que é pra 'nossa padaria dos sonhos' ." Meu mundo desabou. "Padeira" ? "Idiota" ? Eles estavam rindo de mim. "Isso paga a entrada do carro novo da Isabela. Você é um gênio, cara. Fazer a confeiteirazinha de luxo virar padeira de bairro pra bancar sua vida... épico." Isabela, a socialite que ele dizia não ter mais contato. Pedro continuou, a voz pingando desprezo: "Ela realmente acreditou que eu tinha falido. Que eu, Pedro Alcântara, ia acabar meus dias vendendo pão de sal num muquifo desses." "Ela é tão patética. Tão... comum." Eu era a "padeirazinha" , a "idiota" , a "princesinha" que ele usou para financiar a vida dele e o casamento com outra. Meu corpo inteiro tremia de raiva e humilhação. Eu ia confrontá-lo? Chorar? Eu não sabia o que fazer, mas uma coisa era certa: ele não teria o prazer de me ver desmoronar. Peguei o dinheiro da caixa registradora e o resto do meu suor, guardado na caixa de sapatos. Minha antiga vida, meu apartamento, meu sonho, tudo foi destruído por ele. Mas algo acendeu dentro de mim. Aquele Pedro, o homem que eu amava, tinha rasgado meu coração e minha alma. Agora, ele sentiria a força da padeira que ele tanto desprezou.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10