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Do Século XXI a Um Tirano

Capítulo 2 

Palavras: 713    |    Lançado em: 07/07/2025

pai. Havia uma cama macia com lençóis de seda, um guarda-roupa cheio de vestidos finos e uma varanda com vi

lo XXI, até que um acidente de carro me jogou neste corpo, neste mundo que parecia saído de um romance de

ada de um tirano que, por algum motivo biza

or era perigoso, mas me dava uma posição única. E, honestamente, era melhor do que se

m outros... benefícios. César era um tirano, mas era inegavelmente atraente. Se eu ia ser sua funcionária de

, eu sei, mas uma

orta do meu quarto se abriu sem aviso. César entrou, vestido com tra

me na cama e tentando parecer o mais sedutora possí

arou, olhando para mim. Eu

orme pilha de pergamin

ei, piscando para a m

com o tom de quem discute o tempo. "Há uma disputa sobre o

ra o rosto dele, completame

sabe ler,

a eu, pronta para uma noite de paixão imperial, e em vez

eu gemi, o cansa

mente, sentando-se em uma cadeira próxima e

eitas de grãos. Eu me arrastei pelos textos densos, minha cabeça latejando, enquanto ele trabalhava em

? Por que eu? Isso é algum tipo de teste bizarro? Ou ele

atório sobre fertilizantes, senti um toque no meu ombro. Eu pulei, as

se nesta parte. A discrepância está aqui." Seu rosto estava perto do meu, e s

eu coração batendo um pouco

r uma máscara impenetrável. "Continue" ,

para seus aposentos para fazê-la trabalhar a noite toda? Ele me tocava com uma f

mais que eu odiasse admitir, essa estranheza toda me deixava incrivel

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Do Século XXI a Um Tirano
Do Século XXI a Um Tirano
“O ar no grande salão estava pesado, e meus joelhos tremiam sob o tecido barato do meu vestido. Fui empurrada para o centro, um sacrifício de meu pai, o Duque, para aplacar a fúria do Imperador César, o tirano que unificou o continente através do sangue. Minha família, tendo apoiado uma rebelião fracassada, me ofereceu como concubina, não minha irmã desejada, Beatriz, mas a mim, Sofia, a filha esquecida, jogada aos lobos para salvar suas próprias peles. Eu estava aqui para ser a concubina do Imperador, uma sentença de morte que todos assumiam. César me observou em silêncio, e o peso de seu olhar era físico, esmagador. Ele jogou uma uva no chão e ordenou a um servo que limpasse com a própria manga. Que idiota arrogante, pensei eu, furiosa. Ele vai me matar, eu pensei, ele pode ouvir meus pensamentos. Eu não disse nada, gaguejei. O toque dele me fez arrepiar, os fios de prata em seus cabelos negros, e ele disse: "Você pensou. Não minta para mim." Seu toque frio em meu rosto, seus olhos perfurando os meus, parando na pequena pinta abaixo do meu olho esquerdo. Uau, ele é realmente bonito, eu pensei, o tirano parece um deus caído. Um sorriso lento e enigmático se espalhou pelos lábios de César. "Ela fica" , ele anunciou. "Ela não será concubina. A partir de hoje, ela será minha provadora de comida pessoal." Eu estava atordoada demais para reagir. Eu não sabia então, mas minha vida estava prestes a se tornar infinitamente mais complicada e perigosa. Eu era Sofia, uma funcionária de escritório comum no século XXI, transportada para este corpo, neste mundo medieval, em um acidente de carro. Pegadinha: eu estava presa na gaiola dourada de um tirano que, por algum motivo bizarro, podia ouvir meus pensamentos.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 19