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Renascendo das Cinzas do Casamento

Capítulo 1 

Palavras: 844    |    Lançado em: 07/07/2025

a piada completa, uma farsa dol

, mas eu continuei a suportar, di

ho

êmulas, as lágrimas embaçando minha visão. No banco do passageiro, m

rada. Não vale a pena se destrui

mais alto que qualquer coisa. Eu tinha acabado de receber uma mensagem,

dor pura, que as luzes de um cami

vidro quebrando foi a última coisa

éptico invadiu minhas narinas. O q

não est

sava uma pena que eu não queria ver. El

vó não

ê que eu carrega

nstante, perdi as duas pesso

o quarto, preencheu minha alma. Eu não chorei, não gritei, apenas

ra Heitor. Eu precisava ouvir a voz dele, talvez para sent

es antes que ele atendesse,

ou no meio de uma reunião im

tante, como se eu fos

como um sussurro rouco,

s não foi um silêncio de choque ou tristeza,

azias, ensaiadas. "Vou mandar a secretária

não perguntou sobre o acidente,

antes que ele pudesse desliga

pude ouvi-lo pensando, processando a informação, n

a mais fria. "Talvez seja melhor assim.

sei já estar em pedaços

que me assustou. "O nosso contrato de ca

ue ele pudesse responder. Nã

não sentia tristeza, não sentia raiva, não sentia nada. Era como se a

Era uma mensagem de uma amiga, uma daquela

m continh

r de diamantes no pescoço dela, seus lábios quase tocando os dela. A data e a hora na fo

Ele comprou para ela o colar 'Coraç

éssica e para a adoração no rosto de Heitor, e pel

ia senti

Era o avô de Heitor, Seu Afonso, o patriarca

de saber do acidente. Como voc

ha voz ainda calma,

bem. Mas preciso que o

do da linha foi longo e pesado. Eu podia imaginar o rosto do

voz cheia de raiva contida. "Laura, e

a estava apenas começando, mas pela primeira vez em sete

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Renascendo das Cinzas do Casamento
Renascendo das Cinzas do Casamento
“Meu casamento de sete anos era uma piada, uma farsa dolorosa. Eu suportava a humilhação diária da traição dele, dia após dia. Até hoje. Grávida de cinco meses, minhas mãos tremiam no volante, as lágrimas embaçando a visão. "Laura, querida", disse minha avó ao meu lado, "não vale a pena se destruir por um homem que não te merece." Eu tinha acabado de ver a foto: Heitor com outra. Foi então que as luzes ofuscantes de um caminhão surgiram do nada. O barulho do metal e do vidro foi a última coisa que ouvi. Acordei no hospital, com cheiro de antisséptico. Heitor não estava lá e uma enfermeira fria me entregou a verdade: Minha avó e meu bebê haviam morrido. Tudo se foi. Liguei para Heitor, a voz rouca. "O que foi, Laura? Estou numa reunião importante. Não pode esperar?" Sua indiferença me sufocava. "Vovó se foi. E o bebê... nós o perdemos." Sua resposta me perfurou: "Talvez seja melhor assim. Você sabe que eu nunca quis essa criança." Meu coração, já em pedaços, quebrou-se novamente. "Acabou, Heitor," eu disse, com uma calma assustadora. "Quero o divórcio." Desliguei. Horas depois, recebi uma mensagem: uma foto de Heitor e sua amante, Jéssica, numa joalheria, no exato momento da minha cirurgia, ele lhe presenteava um "Coração do Oceano". Sua crueldade me atingiu, mas em vez de dor, surgiu uma clareza gelada. Tudo fazia sentido agora. Naquele momento, o telefone tocou. Era Seu Afonso, o avô dele. "Laura, minha querida, soube do acidente... Seu Heitor disse que..." Eu o interrompi: "Seu Afonso, estou bem. Mas preciso que o senhor veja uma coisa." Enviei a foto. O silêncio que se seguiu era pesado, prenunciando a fúria do velho. "Aquele moleque..." ele murmurou. "Eu resolverei isso." A batalha estava apenas começando, mas, pela primeira vez em sete anos, eu não sentia medo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10