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Renascendo das Cinzas do Casamento

Capítulo 2 

Palavras: 951    |    Lançado em: 07/07/2025

eralmente severos, estavam cheios de uma tristeza profunda e cu

. Não há desculpas p

envelhecido dez

ificar de que ele assine os papéis do divórcio.

i a cabeça

dele, Seu Afonso. Eu só

m você. Com você e com sua avó." Seus olhos se encheram de

fez meu peito doer,

dela... e o do bebê," eu disse,

mão, a sua, enrugada e

o. Descanse. Você p

nti grata por sua presença. Ele era a única parte d

e hospital, as memórias dos últimos sete

dicional, mas em declínio. Minha avó estava doente, e precisávamos de dinheiro para o tratamento. Heitor, o herdeiro

. Ele me daria estabilidade financeira, e e

época, com um sorriso cínico. "Sem amo

ão. Ingênua, eu pensei que poderia lidar com

tica incurável. Nos primeiros anos, eu tentei

raramente jantasse em casa. Decorei a casa fria e modern

as férias com os pais, antes de eles morrerem. Em um de nossos aniversários, eu passei meses

, tentando de tudo para agradá-lo, na esperança de que um dia ele

era quase gentil, quase carinhoso. Momentos que me davam uma falsa esp

tinha preparado um jantar especial. A cabana estava pronta. Eu o es

cheirando a perfum

ou a roupa que eu usava. El

ada. "Nossos advogados renovaram o contrato

ração

eu fiz uma surp

como se eu

nosso acordo. Somos parceiros, não um ca

as amantes para jantares de negócios, apresentando-as como "amigas". Ele desaparecia por dias, s

ntia presa, humilhada, mas o contrato me amarrava. E a saúde

acidente aconteceu. Um descuido.

chama de esperança se acendeu. Talvez um filho pudesse mu

oi fria. "Livre-se disso. Não vou

le implorou, me pediu para ter o bebê, prometendo que H

com os olhos cheios de súplica.

i que, com a pressão do avô e a chegada de um filho, Heitor fi

fui es

diava ainda mais por isso. Ele se tornou mais cruel, mais di

te, a voz fria de Heitor no telefone, a foto dele co

amor, a paciência e qualquer resquício

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Renascendo das Cinzas do Casamento
Renascendo das Cinzas do Casamento
“Meu casamento de sete anos era uma piada, uma farsa dolorosa. Eu suportava a humilhação diária da traição dele, dia após dia. Até hoje. Grávida de cinco meses, minhas mãos tremiam no volante, as lágrimas embaçando a visão. "Laura, querida", disse minha avó ao meu lado, "não vale a pena se destruir por um homem que não te merece." Eu tinha acabado de ver a foto: Heitor com outra. Foi então que as luzes ofuscantes de um caminhão surgiram do nada. O barulho do metal e do vidro foi a última coisa que ouvi. Acordei no hospital, com cheiro de antisséptico. Heitor não estava lá e uma enfermeira fria me entregou a verdade: Minha avó e meu bebê haviam morrido. Tudo se foi. Liguei para Heitor, a voz rouca. "O que foi, Laura? Estou numa reunião importante. Não pode esperar?" Sua indiferença me sufocava. "Vovó se foi. E o bebê... nós o perdemos." Sua resposta me perfurou: "Talvez seja melhor assim. Você sabe que eu nunca quis essa criança." Meu coração, já em pedaços, quebrou-se novamente. "Acabou, Heitor," eu disse, com uma calma assustadora. "Quero o divórcio." Desliguei. Horas depois, recebi uma mensagem: uma foto de Heitor e sua amante, Jéssica, numa joalheria, no exato momento da minha cirurgia, ele lhe presenteava um "Coração do Oceano". Sua crueldade me atingiu, mas em vez de dor, surgiu uma clareza gelada. Tudo fazia sentido agora. Naquele momento, o telefone tocou. Era Seu Afonso, o avô dele. "Laura, minha querida, soube do acidente... Seu Heitor disse que..." Eu o interrompi: "Seu Afonso, estou bem. Mas preciso que o senhor veja uma coisa." Enviei a foto. O silêncio que se seguiu era pesado, prenunciando a fúria do velho. "Aquele moleque..." ele murmurou. "Eu resolverei isso." A batalha estava apenas começando, mas, pela primeira vez em sete anos, eu não sentia medo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10