icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Vingança Amarga, Amor Resiliente

Capítulo 3 

Palavras: 954    |    Lançado em: 07/07/2025

o de hóspedes, que era maior e mais confortável que a minha sala de estar. Camila trocou meus lençóis, trouxe uma sopa quent

ência contra Ana e Pedro por cárcere privado e maus-tratos. A polícia, com o víde

oterapia, eu já conseguia dar alguns passos com a ajuda de muletas. A dor

um acordo. Eles estavam dispostos a tudo para evitar a prisão. O advogado sugeriu uma reun

or todas," disse Ricardo, com firmeza. "Para

ada por Ricardo e Camila. Ana e Pedro já estavam lá, sentados do outro lado da mes

estava com medo, estava desesperada. O Pedro me colo

o barata para se livrar das consequências legais. Pedro ficava em silê

enhora de aparênci

eu genro propõem retirar as qu

inter

se eu, com a voz clara e firme, surpreende

Ana. As lágrimas dela p

as contra vocês com uma co

carou, ap

unca mais me procurar. Nunca mais. Sem telefonemas, sem visitas, sem mensagens. Vamos cortar to

or isso. Ela esperava que eu, a mãe boaz

cê não pode esta

anos. Usei minha aposentadoria, minhas economias. Calculei tudo. Vocês me devem, por baixo, uns trinta mil reais. Mas

a total. Até meu advo

ida. Peguem esse dinheiro, paguem suas dívidas, se mudem da minha

ma ganância inconfundível. Cinquenta mil reais. Era ma

na. É um bo

ntendeu que não havia mais volta. O amor, ou o que ela pensava que era

aceitamos,"

de uma relação tóxica e o começo da minha nova história. Entreguei o cheque ao

e do que nunca. Respirei fundo o ar da rua como

ãe. Forte. Eu tenho ta

para mim, os o

. Vamos para c

Marcos, um menino doce e educado de oito anos. Ele tinha os olhos do pai e o sor

ada. "Me perdoem por ter sido uma mãe e u

pegou m

importa é que você está aqui agora. Nós

ra, veio até mim e me deu u

e amo,

mples curaram feridas qu

vez em cinco anos, eu me senti em casa. Eu me senti amada. Olhando para os rostos felizes da minha verdadeira famíl

-

Reclame seu bônus no App

Abrir
Vingança Amarga, Amor Resiliente
Vingança Amarga, Amor Resiliente
“Há cinco anos, minha vida girava em torno da minha filha, Ana, e do meu neto, João. Eu fui a babá gratuita, a empregada sem salário, a idiota que dedicou tudo por eles. Achava que fazia meu papel, mas só era uma ferramenta conveniente. A ficha caiu no dia em que fui atropelada salvando João de um carro em alta velocidade. Acordei no hospital, com a perna quebrada em três lugares, a agonia insuportável. Mas a dor física não era nada perto do que ouvi. Minha filha, Ana, me via como um estorvo, uma inconveniência. "Quem vai cuidar do João? Quem vai fazer as coisas em casa?" perguntou ela, sem um pingo de preocupação pela minha dor. Meu genro, Pedro, me acusou de negligência, e a mãe dele, a Senhora Silva, me chamou de inútil, um peso morto. Eles me queriam morta, ou pior, queriam se aproveitar da minha desgraça. Para eles, eu era apenas um corpo quebrado de onde podiam arrancar dinheiro. Foi então que Pedro, com um brilho ganancioso nos olhos, propôs a ideia mais canalha de todas: forjar um golpe de indenização. "Sua mãe só precisa dizer que as lesões são muito piores. Que ela perdeu a memória, que não consegue mais andar." Eles me olhavam, esperando minha concordância, querendo que eu participasse de sua fraude repugnante. Mas, naquele instante, algo mudou em mim. A tristeza deu lugar a uma raiva gelada. A mulher boazinha e abnegada morreu ali. "Não", disse eu, com a voz firme. "Eu não vou mentir. Eu não vou participar dessa sujeira de vocês. Fora daqui. Saiam do meu quarto. AGORA!" Eles ficaram paralisados, chocados com minha reação. A ovelha mansa finalmente estava mostrando os dentes. Era o começo da minha nova vida, longe da toxicidade deles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10