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Vingança Amarga, Amor Resiliente

Capítulo 2 

Palavras: 1038    |    Lançado em: 07/07/2025

mo se eu fosse uma louca, uma aparição. A surpresa n

Ana disse, a voz subindo de tom. "Depois de tudo

, Ana. E a comida? Eu que comprava com a minha aposentadoria, porque vocês gastavam todo o dinh

à frente, o rosto

i, sua velha

mulo na direção dele. "A partir de hoje, tudo vai mudar. Assim que

ilho nunca gostou deles e que, se eu contasse o que estava

a um pânico mal disfarçado. Ela tentou uma

A gente está nervoso, preocupado com v

sparente. Eu via através da fal

ulpas, Ana. Eu já vi que

lva, que estava quieta em u

de ir. Acha mesmo que seu filho vai te querer? Um peso

s não me atingiram como antes. Eu est

vamos ver," re

as desculpas não estavam funcionando, part

. Você vai passar para o nome da Ana. É o mínimo que você pode

ue meu falecido marido e eu construímos com tanto suor. Eles moravam lá de fa

gelo. "E ela vai continuar sendo minha. Vocês

elvageria. Ele se aproximou da cama e agarrou meu braç

casa para nós, por bem

gritei, mas ele apertou m

ibilou. "Você vai faze

senhora Silva sorria, satisfeita com a cena. Naquele mo

dação médica. Disseram que cuidariam de mim. Era mentira. Assim que

va sem parar. Eles me traziam um prato de comida fria uma vez por

almente enquanto eu apodrecia naquele cômodo. Falavam abertamente sobre como me forçar a assinar os papéis

nte sozinha. Meu celular tinha sido confiscado. Eu não tinha como pedir ajuda. C

silêncio, eu ouvi um som diferente.

a porta! É

e Pedro, assustados, tentando inventar uma desc

i a voz que eu mais

NDE VOCÊ

Rica

SOCORRO!" , gritei com t

ambém. E lá estava ele, meu filho, com o rosto tomado pela fúria e pela preo

o, seus olhos se encheram de

.. O que eles fi

a câmera para Ana e Pedro, que estavam

vamos cuidando de

, sem remédios? Vocês são monstros! Nós ligamos por três dias seguidos e vocês diziam que e

o com cuidado, como se

e. Você nunca mais vai c

com o ódio da derrota. Naquele momento, eu soube que a guerra entre nós estava apenas começando. Mas pela primeira vez e

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Vingança Amarga, Amor Resiliente
Vingança Amarga, Amor Resiliente
“Há cinco anos, minha vida girava em torno da minha filha, Ana, e do meu neto, João. Eu fui a babá gratuita, a empregada sem salário, a idiota que dedicou tudo por eles. Achava que fazia meu papel, mas só era uma ferramenta conveniente. A ficha caiu no dia em que fui atropelada salvando João de um carro em alta velocidade. Acordei no hospital, com a perna quebrada em três lugares, a agonia insuportável. Mas a dor física não era nada perto do que ouvi. Minha filha, Ana, me via como um estorvo, uma inconveniência. "Quem vai cuidar do João? Quem vai fazer as coisas em casa?" perguntou ela, sem um pingo de preocupação pela minha dor. Meu genro, Pedro, me acusou de negligência, e a mãe dele, a Senhora Silva, me chamou de inútil, um peso morto. Eles me queriam morta, ou pior, queriam se aproveitar da minha desgraça. Para eles, eu era apenas um corpo quebrado de onde podiam arrancar dinheiro. Foi então que Pedro, com um brilho ganancioso nos olhos, propôs a ideia mais canalha de todas: forjar um golpe de indenização. "Sua mãe só precisa dizer que as lesões são muito piores. Que ela perdeu a memória, que não consegue mais andar." Eles me olhavam, esperando minha concordância, querendo que eu participasse de sua fraude repugnante. Mas, naquele instante, algo mudou em mim. A tristeza deu lugar a uma raiva gelada. A mulher boazinha e abnegada morreu ali. "Não", disse eu, com a voz firme. "Eu não vou mentir. Eu não vou participar dessa sujeira de vocês. Fora daqui. Saiam do meu quarto. AGORA!" Eles ficaram paralisados, chocados com minha reação. A ovelha mansa finalmente estava mostrando os dentes. Era o começo da minha nova vida, longe da toxicidade deles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10