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Sangue por Vingança

Capítulo 3 

Palavras: 684    |    Lançado em: 07/07/2025

e incendiou o pavio da fúria de Gustavo, o choque em se

de Leo, seu corpo grande e ameaçador pairando sobre a pequena criança. "Então é isso

smo sendo apenas uma alma. Ele olhava para a imagem espelhada de si

e colocar entre eles novamente. "Ele

e Leo apenas alimentava sua raiva, tornando-se, em sua mente d

o com força, o menino sol

o sibilou, seu rosto contorcido d

, flutuando impotente enquanto o monstro qu

! Ele é seu!

dimensão de desespero, eu tentei alcançá-lo, tentei tocá-lo, mas m

do que a dor da minha própria morte, era uma to

ra Gustavo, tentando li

r de Deus, ele é ap

ão com força, Dona Rosa bateu a cabeça em uma pedra e

e soltar para ir até ela, mas o

olhos brilharam com uma luz maliciosa e cruel. Ele olhou para

ente calma. Ele se virou para um de seus homens. "Traga o kit médico, vamos ver se o sang

um terror frio que congelou minha alma. Ele não

e você está me ouvindo! Se você não aparecer em cinco minutos, eu vou drenar ca

do meu bebê para me forçar a sair de um esconderijo que

em minha essência, lágrimas de ódio, de arrependi

do aquele homem, de ter acreditado em suas mentiras, de ter lhe dado o poder

ara qualquer deus que pudesse me ouvir, para qualquer demônio que estivesse disposto a fa

eu continuei a ser apenas uma espect

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Sangue por Vingança
Sangue por Vingança
“Eu estava morta há cinco anos, uma alma presa a este mundo, flutuando sobre a floresta onde meu corpo foi abandonado. Então, ele chegou, Gustavo, meu ex-marido, o homem que me sentenciou à morte, parado na estrada de terra com seu carro caro e cara de nojo. Ele não estava ali por amor ou arrependimento, mas para salvar Clara, seu amor de infância, a mulher por quem ele me destruiu, doente novamente, e a cura? Meu sangue. Uma ironia cruel, pois foi por um simples chá calmante para Clara, atrasado por minutos, que ele me baniu para esta floresta grávida, onde os homens dela me torturaram até a última gota de sangue esvair de mim. Ele pensava que eu havia fugido, uma esposa ingrata, e agora, cinco anos depois, ele queria meu "sangue" para ela. A aldeia se fechou para ele, mas Dona Rosa, a matriarca que encontrou meu corpo e resgatou meu bebê, permaneceu firme, protegendo Leo, meu filho de cinco anos, com seus olhos castanhos e cachos escuros que eram uma cópia em miniatura dos meus. Gustavo viu Leo e, cego pela arrogância e pela mentira que ele próprio criou, não reconheceu seu próprio filho, apenas a prova de uma suposta traição. Ele ameaçou a aldeia, exigiu saber onde eu estava, e Dona Rosa, com a voz embargada pela dor, proferiu as palavras que ele se recusava a ouvir: "Sofia está morta". Mas a verdade só veio quando Leo, meu corajoso e pequeno Leo, na inocência de sua alma, deu um passo à frente e olhou para ele, dizendo: "Mamãe morreu". A raiva de Gustavo explodiu, acusando-me de ter me envolvido com outro homem, de ter tido um "bastardo", e eu, um fantasma impotente, vi meu filho, nosso filho, ser arrastado. Clara, a víbora em seu vestido branco, sussurrava veneno, alimentando a fúria de Gustavo, encorajando-o a drenar o sangue de Leo, nosso sangue, para sua própria cura doentia. Eu gritei, um som silencioso de agonia, enquanto a agulha perfurava a pequena veia do meu filho, e Clara, com um sorriso macabro, bebia de sua vida. Meu coração inexistente se despedaçou quando o último sopro de vida deixou Leo, e o sangue de Gustavo, ao cair no frasco, se misturou ao dele, uma prova inegável de sua paternidade, negada até o fim. A negação de Gustavo era uma muralha, mesmo com o corpo de Leo e a prova irrefutável do sangue, ele exigiu continuar "drenando" meu "sangue", levando seus homens a um túmulo improvisado na floresta. Ali, em meio a ossos manchados e o esqueleto de um feto, ele encontrou minha aliança, o brilho de ouro selou a verdade que ele tanto temia. A verdade o atingiu como um raio, a culpa o esmagou, e seu grito de agonia ecoou pela floresta, ele havia destruído tudo, inclusive a si mesmo. E assim, a vingança de Sofia começou, movida por uma fúria gélida, prometendo que cada gota de dor que Leo e eu sentimos seria retribuída.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10