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Sangue por Vingança

Capítulo 4 

Palavras: 656    |    Lançado em: 07/07/2025

não estava sozinho, ao seu lado, apoiada em seu braç

a pobreza da aldeia, seu rosto estava pálido, seus olhos semicerrados em uma

quase me desestabilizou, a visão dela, a arquiteta da

rnura que ele nunca, nem uma vez, demonstrou por mim nos últimos anos do nosso ca

em minha ferida fantasmagórica, o contraste entre a sua crueldade pa

cionado ligado e se aproximou de Dona Rosa, que agora tinha um cura

ista, Dona Rosa sa

inheiro, desta vez muito maior. "Diga-me onde Sofia está, eu não estou pedindo, estou compr

via como um marido traído, mas disposto a perdoar, um benfeitor em busca de uma cura para seu ver

de Dona Rosa era um fio d

ara descansava e acrescentou c

ceu aqui, nesta aldeia, poucos dias dep

iu, um so

ngravida de outro e depois diz que o filh

a que o absolvia de toda a culpa, uma história onde ele era a víti

seração que me enojou. "Ela me abandonou quando eu mais precisei dela, quando Clara ficou doente da pri

osa grávida, que agora ameaçava a vida de seu própri

que eu quase desejei ter um corpo novam

cabeça em desolação. "Cego pela culpa e pelo egoísmo, um dia

ombou, virando a

a, eu não preciso delas, eu preciso de sang

ninguém queria ouvir, e deixando a mim, a alma de Sofia, presa em um limbo de ódio, observando

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Sangue por Vingança
Sangue por Vingança
“Eu estava morta há cinco anos, uma alma presa a este mundo, flutuando sobre a floresta onde meu corpo foi abandonado. Então, ele chegou, Gustavo, meu ex-marido, o homem que me sentenciou à morte, parado na estrada de terra com seu carro caro e cara de nojo. Ele não estava ali por amor ou arrependimento, mas para salvar Clara, seu amor de infância, a mulher por quem ele me destruiu, doente novamente, e a cura? Meu sangue. Uma ironia cruel, pois foi por um simples chá calmante para Clara, atrasado por minutos, que ele me baniu para esta floresta grávida, onde os homens dela me torturaram até a última gota de sangue esvair de mim. Ele pensava que eu havia fugido, uma esposa ingrata, e agora, cinco anos depois, ele queria meu "sangue" para ela. A aldeia se fechou para ele, mas Dona Rosa, a matriarca que encontrou meu corpo e resgatou meu bebê, permaneceu firme, protegendo Leo, meu filho de cinco anos, com seus olhos castanhos e cachos escuros que eram uma cópia em miniatura dos meus. Gustavo viu Leo e, cego pela arrogância e pela mentira que ele próprio criou, não reconheceu seu próprio filho, apenas a prova de uma suposta traição. Ele ameaçou a aldeia, exigiu saber onde eu estava, e Dona Rosa, com a voz embargada pela dor, proferiu as palavras que ele se recusava a ouvir: "Sofia está morta". Mas a verdade só veio quando Leo, meu corajoso e pequeno Leo, na inocência de sua alma, deu um passo à frente e olhou para ele, dizendo: "Mamãe morreu". A raiva de Gustavo explodiu, acusando-me de ter me envolvido com outro homem, de ter tido um "bastardo", e eu, um fantasma impotente, vi meu filho, nosso filho, ser arrastado. Clara, a víbora em seu vestido branco, sussurrava veneno, alimentando a fúria de Gustavo, encorajando-o a drenar o sangue de Leo, nosso sangue, para sua própria cura doentia. Eu gritei, um som silencioso de agonia, enquanto a agulha perfurava a pequena veia do meu filho, e Clara, com um sorriso macabro, bebia de sua vida. Meu coração inexistente se despedaçou quando o último sopro de vida deixou Leo, e o sangue de Gustavo, ao cair no frasco, se misturou ao dele, uma prova inegável de sua paternidade, negada até o fim. A negação de Gustavo era uma muralha, mesmo com o corpo de Leo e a prova irrefutável do sangue, ele exigiu continuar "drenando" meu "sangue", levando seus homens a um túmulo improvisado na floresta. Ali, em meio a ossos manchados e o esqueleto de um feto, ele encontrou minha aliança, o brilho de ouro selou a verdade que ele tanto temia. A verdade o atingiu como um raio, a culpa o esmagou, e seu grito de agonia ecoou pela floresta, ele havia destruído tudo, inclusive a si mesmo. E assim, a vingança de Sofia começou, movida por uma fúria gélida, prometendo que cada gota de dor que Leo e eu sentimos seria retribuída.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10