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Sangue por Vingança

Capítulo 2 

Palavras: 848    |    Lançado em: 07/07/2025

iante da expressão séria de Dona Rosa, sua arrogâ

etó. "Tudo tem um preço, velha senhora, até mesmo a sua lealdade a uma esposa fugitiva, dig

ento, as notas se espalhando aos p

seus olhos fixos no rosto dele, chei

a arrastada de volta para a memória da minha morte, u

, minhas mãos amarradas a uma árvore, o cheiro de pinho e ter

mbras cruéis sob a luz da lua, eles não disseram na

não apenas de dor, mas de desespero pelo bebê em meu ventre,

sadicamente, enquanto eu implorava p

e a cena como um abutre, ela havia orquestrado tudo, sabendo que o meu sangue, com suas pro

e a última coisa que ouvi foi o som do meu próprio sangue pingando

nte, à cena de Gustavo profanando o lugar que

lou, sua voz clara e fi

está m

o ar, simples, b

congelou em seu rosto, seus ol

você d

a repetiu, sem vacilar. "Na mesma noi

e seguiu foi pesado, carregado com o peso da verdade. M

la aldeia silenciosa. "Ela está se escond

us homens, sua fúria

O que estão esperando? Derrubem as por

nhora e para a criança aterrorizada, mas um olha

ando e gritos de medo encheram o ar. A aldeia, que antes era um refúgio

garrando seu ombro com força, seus

ibilou, seu rosto a centímetros do dela.

s seus olhos não mostraram medo

e com a voz embargada. "Os

rado, me atingiu com a força de um golpe físic

rça, sua frustração se t

de me

Leo, que até então estava escondido e chor

mula, soou clara e

ãe mo

hos inocentes carregando a certeza de uma v

a virou uma estrela no c

de Gusta

verdade dita sem malícia ou engano, atingiu-o co

ndo um passo, seu rosto uma

primeira vez, e a verdade que ele tanto negara estava

não era uma libertação, era uma ameaça, e s

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Sangue por Vingança
Sangue por Vingança
“Eu estava morta há cinco anos, uma alma presa a este mundo, flutuando sobre a floresta onde meu corpo foi abandonado. Então, ele chegou, Gustavo, meu ex-marido, o homem que me sentenciou à morte, parado na estrada de terra com seu carro caro e cara de nojo. Ele não estava ali por amor ou arrependimento, mas para salvar Clara, seu amor de infância, a mulher por quem ele me destruiu, doente novamente, e a cura? Meu sangue. Uma ironia cruel, pois foi por um simples chá calmante para Clara, atrasado por minutos, que ele me baniu para esta floresta grávida, onde os homens dela me torturaram até a última gota de sangue esvair de mim. Ele pensava que eu havia fugido, uma esposa ingrata, e agora, cinco anos depois, ele queria meu "sangue" para ela. A aldeia se fechou para ele, mas Dona Rosa, a matriarca que encontrou meu corpo e resgatou meu bebê, permaneceu firme, protegendo Leo, meu filho de cinco anos, com seus olhos castanhos e cachos escuros que eram uma cópia em miniatura dos meus. Gustavo viu Leo e, cego pela arrogância e pela mentira que ele próprio criou, não reconheceu seu próprio filho, apenas a prova de uma suposta traição. Ele ameaçou a aldeia, exigiu saber onde eu estava, e Dona Rosa, com a voz embargada pela dor, proferiu as palavras que ele se recusava a ouvir: "Sofia está morta". Mas a verdade só veio quando Leo, meu corajoso e pequeno Leo, na inocência de sua alma, deu um passo à frente e olhou para ele, dizendo: "Mamãe morreu". A raiva de Gustavo explodiu, acusando-me de ter me envolvido com outro homem, de ter tido um "bastardo", e eu, um fantasma impotente, vi meu filho, nosso filho, ser arrastado. Clara, a víbora em seu vestido branco, sussurrava veneno, alimentando a fúria de Gustavo, encorajando-o a drenar o sangue de Leo, nosso sangue, para sua própria cura doentia. Eu gritei, um som silencioso de agonia, enquanto a agulha perfurava a pequena veia do meu filho, e Clara, com um sorriso macabro, bebia de sua vida. Meu coração inexistente se despedaçou quando o último sopro de vida deixou Leo, e o sangue de Gustavo, ao cair no frasco, se misturou ao dele, uma prova inegável de sua paternidade, negada até o fim. A negação de Gustavo era uma muralha, mesmo com o corpo de Leo e a prova irrefutável do sangue, ele exigiu continuar "drenando" meu "sangue", levando seus homens a um túmulo improvisado na floresta. Ali, em meio a ossos manchados e o esqueleto de um feto, ele encontrou minha aliança, o brilho de ouro selou a verdade que ele tanto temia. A verdade o atingiu como um raio, a culpa o esmagou, e seu grito de agonia ecoou pela floresta, ele havia destruído tudo, inclusive a si mesmo. E assim, a vingança de Sofia começou, movida por uma fúria gélida, prometendo que cada gota de dor que Leo e eu sentimos seria retribuída.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10