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Sangue por Vingança

Capítulo 1 

Palavras: 844    |    Lançado em: 07/07/2025

ando como uma névoa fria sobre a floresta onde meu corpo foi abandonado, meu espírito

ue me matou, meu ex-marido Gu

utra pessoa, seu amor de infância, a

ecia deslocado na estrada de terra esburacada que levava à pequena aldeia na orla da floresta, s

ia, a mesma impaciência gravada em ca

haviam retornado com força, e os médicos, incapazes de encontrar uma cura, disseram a

les chá calmante para Clara, preparado com um pe

aqui eu fui encontrada pelos homens de Clara, torturada até

nsava que eu apenas tinha fugido,

, procurando por mim, não por amor ou arr

ples e gentis que me acolheram em meus últimos dias, olhavam para ele com u

na Rosa, a matriarca da aldeia, a mulher que encon

ela e

a, cortante, sem qualque

po e pela dor, o encarou com olhos que continham a sabedoria

senhor

ça de idiot

piu as

fia, minha esposa, sei qu

e Dona Rosa, um menino de cinco anos, com grandes olhos castanhos e cach

Meu f

r em suspeita e, em seguida, em uma raiva fria. Ele não reconheceu seus

prova do nosso amor, mas

perguntou, sua voz baixand

ombro de Leo, seu corpo se interpondo

é da sua

procurando por minha esposa" , ele retrucou, dando um passo à frente, sua prese

rito se contorcer em uma agonia silenc

lentamente, seus olhos che

gou tarde dema

a verdade que ele se recusava a

ue queria, um homem cego pela obsessão e

seguranças que o acompanhavam, homens grandes e sem rosto, tão brutais quanto seu mest

na Rosa, seu rosto u

u de mim, velha, eu juro que vou queim

o terror nos olhos do meu filho, que se

a dor e meu ódio, queria envolvê-los com meus b

enada a assistir, impotente, enquanto o homem que eu um dia

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Sangue por Vingança
Sangue por Vingança
“Eu estava morta há cinco anos, uma alma presa a este mundo, flutuando sobre a floresta onde meu corpo foi abandonado. Então, ele chegou, Gustavo, meu ex-marido, o homem que me sentenciou à morte, parado na estrada de terra com seu carro caro e cara de nojo. Ele não estava ali por amor ou arrependimento, mas para salvar Clara, seu amor de infância, a mulher por quem ele me destruiu, doente novamente, e a cura? Meu sangue. Uma ironia cruel, pois foi por um simples chá calmante para Clara, atrasado por minutos, que ele me baniu para esta floresta grávida, onde os homens dela me torturaram até a última gota de sangue esvair de mim. Ele pensava que eu havia fugido, uma esposa ingrata, e agora, cinco anos depois, ele queria meu "sangue" para ela. A aldeia se fechou para ele, mas Dona Rosa, a matriarca que encontrou meu corpo e resgatou meu bebê, permaneceu firme, protegendo Leo, meu filho de cinco anos, com seus olhos castanhos e cachos escuros que eram uma cópia em miniatura dos meus. Gustavo viu Leo e, cego pela arrogância e pela mentira que ele próprio criou, não reconheceu seu próprio filho, apenas a prova de uma suposta traição. Ele ameaçou a aldeia, exigiu saber onde eu estava, e Dona Rosa, com a voz embargada pela dor, proferiu as palavras que ele se recusava a ouvir: "Sofia está morta". Mas a verdade só veio quando Leo, meu corajoso e pequeno Leo, na inocência de sua alma, deu um passo à frente e olhou para ele, dizendo: "Mamãe morreu". A raiva de Gustavo explodiu, acusando-me de ter me envolvido com outro homem, de ter tido um "bastardo", e eu, um fantasma impotente, vi meu filho, nosso filho, ser arrastado. Clara, a víbora em seu vestido branco, sussurrava veneno, alimentando a fúria de Gustavo, encorajando-o a drenar o sangue de Leo, nosso sangue, para sua própria cura doentia. Eu gritei, um som silencioso de agonia, enquanto a agulha perfurava a pequena veia do meu filho, e Clara, com um sorriso macabro, bebia de sua vida. Meu coração inexistente se despedaçou quando o último sopro de vida deixou Leo, e o sangue de Gustavo, ao cair no frasco, se misturou ao dele, uma prova inegável de sua paternidade, negada até o fim. A negação de Gustavo era uma muralha, mesmo com o corpo de Leo e a prova irrefutável do sangue, ele exigiu continuar "drenando" meu "sangue", levando seus homens a um túmulo improvisado na floresta. Ali, em meio a ossos manchados e o esqueleto de um feto, ele encontrou minha aliança, o brilho de ouro selou a verdade que ele tanto temia. A verdade o atingiu como um raio, a culpa o esmagou, e seu grito de agonia ecoou pela floresta, ele havia destruído tudo, inclusive a si mesmo. E assim, a vingança de Sofia começou, movida por uma fúria gélida, prometendo que cada gota de dor que Leo e eu sentimos seria retribuída.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10