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Entre Traição e Redenção

Capítulo 1 

Palavras: 630    |    Lançado em: 08/07/2025

vídeo granulado e de má qualidade circulava pelos celulares, mostrando uma mulher, cuja silhueta lembrava a de Marina, minha namorada,

inha atenção fixa na tela, nas linha

sombra pairou

nçoso no rosto. Ele era a personificação da ambição medíocre

já viu

ha cara. Na tela, o vídeo bor

luenciadora não é tão fiel qu

al disfarçada. Ele queria uma reação.

ão veria

uilo não era uma revelação chocante, era uma reprise. Eu já tinha vivido aquele dia. Cada segundo dele estava gravado n

do próprio Rui. E eu sabia que Rui tinha planejado tudo isso para

ndo alto o suficiente para que todo o departamento pudesse ouvir. "Sempr

pre agia como sua seguido

João, você precis

, um gesto delib

rado, Rui. Pode ser

nha falta de reação não estava no roteiro dele. Ele esperava um surto, uma

ocou. O nome "Marin

Ele achava que aquele e

ate

eia de pânico. "Não sou eu, eu juro! Mas a Juliana está me li

mesma confusão, a mesma angústia. M

cê. Eu confio em você," eu disse,

atitude de um tolo que se recusa a ver a verdade. Ele se afastou, cochichando com Clara, con

te para Rui. Meu rosto estava impas

tá a Juliana hoje? Pensei que v

que e confusão. Ele abriu a boca para responder, mas nenhum som saiu. Ele não esperava por aquilo. Naquele momento, eu

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Entre Traição e Redenção
Entre Traição e Redenção
“O ar no escritório da TechNova estava pesado, um vídeo granulado de péssima qualidade circulava, mostrando uma mulher semelhante à minha namorada, Marina, entrando em um hotel de luxo com um homem desconhecido. Os murmúrios e olhares disfarçados se espalhavam na minha direção. De repente, Rui, o gerente de projetos de quem sempre invejou meu sucesso, empurrou o celular na minha cara com um sorriso presunçoso. "João, já viu isso? Parece que sua namorada influenciadora não é tão fiel quanto parece." Na minha vida anterior, a dor da traição me esmagou. Corri para casa e confrontei Marina, gritei, a acusei. Não a deixei explicar, e suas lágrimas, para mim, eram prova de culpa. No trabalho, Rui e Clara me isolaram, me convenceram de que eu era a vítima e Marina, a vilã. Secretamente financiados por Rui, trolls iniciaram uma campanha de ódio brutal contra Marina, demolindo sua carreira e a deixando sozinha. Eu, em minha dor egoísta e cega, não fiz nada. A pressão se tornou insuportável. Uma noite, a polícia ligou: Marina estava morta em um acidente de carro. Eu sabia que foi um suicídio, e a culpa me esmagou. Luto e uma sede desesperada por respostas me abriram os olhos. Invadi o sistema de Rui e encontrei o vídeo original: a mulher no hotel era Juliana, a noiva dele, e o homem, o próprio Rui. Ele encenou a própria traição com sua noiva e usou a semelhança dela com Marina para me incriminar. E-mails revelaram o plano detalhado para me destruir e garantir a promoção de Rui. Eu saí para confrontá-lo, munido de provas. Mas Rui não confessou, ele atacou. Dois capangas me espancaram até a morte em um beco. Meu último pensamento foi de arrependimento por não ter confiado em Marina, por não tê-la protegido. E então, escuridão. E depois, luz. Abri os olhos. Eu estava na minha cama, no dia daquele mesmo pesadelo. Eu estava de volta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10