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Entre Traição e Redenção

Capítulo 4 

Palavras: 632    |    Lançado em: 08/07/2025

outro lado da rua do 'Magnolia Café' . Às três em ponto, vi Marina entrar, o rosto

. Nesta vida, eu a usaria para destruir a ele. Antes de sair do escritório, usei um e-mail anônimo para enviar uma dica para alguns dos maiores portais

o sua "amiga" Marina, não resistiria a aparecer para assistir a

ra eu mesmo, de outra linha do tempo? Não. Era uma chamada de um

"Ele está reclamando que você abandonou o trabalho no meio do dia para resolver 'problem

ele faria isso,"

e concentrar no próprio trabalho e parar de se preocupar

hor. E agrade

la entrou no café com um ar de superioridade, procurando por Marina. El

i o vídeo! Que coisa ho

mulher do vídeo, consolando a mulher que e

fofoca pararam bruscamente. Repórteres e fotógrafos saíram correndo, câmer

shes disparavam. Per

ade que você tra

o homem n

adeira. Juliana, por outro lado, pareci

vo. Era Marina, sua voz

endo? A imprensa está aqui

elular no ouvido. Sem dúvida, ligando para Rui, se

a ela, pensando em mim. "Ele nem co

mor," eu disse a Marina. "Apenas

o conseguir um ângulo melhor, esbarrou em Juliana, derrubando a bolsa dela no chão. O conteúdo se

ais atento pe

ão do Grand Lux Hotel. O mesmo do v

eras, viraram-se lentamente de Marina para uma Juliana pál

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Entre Traição e Redenção
Entre Traição e Redenção
“O ar no escritório da TechNova estava pesado, um vídeo granulado de péssima qualidade circulava, mostrando uma mulher semelhante à minha namorada, Marina, entrando em um hotel de luxo com um homem desconhecido. Os murmúrios e olhares disfarçados se espalhavam na minha direção. De repente, Rui, o gerente de projetos de quem sempre invejou meu sucesso, empurrou o celular na minha cara com um sorriso presunçoso. "João, já viu isso? Parece que sua namorada influenciadora não é tão fiel quanto parece." Na minha vida anterior, a dor da traição me esmagou. Corri para casa e confrontei Marina, gritei, a acusei. Não a deixei explicar, e suas lágrimas, para mim, eram prova de culpa. No trabalho, Rui e Clara me isolaram, me convenceram de que eu era a vítima e Marina, a vilã. Secretamente financiados por Rui, trolls iniciaram uma campanha de ódio brutal contra Marina, demolindo sua carreira e a deixando sozinha. Eu, em minha dor egoísta e cega, não fiz nada. A pressão se tornou insuportável. Uma noite, a polícia ligou: Marina estava morta em um acidente de carro. Eu sabia que foi um suicídio, e a culpa me esmagou. Luto e uma sede desesperada por respostas me abriram os olhos. Invadi o sistema de Rui e encontrei o vídeo original: a mulher no hotel era Juliana, a noiva dele, e o homem, o próprio Rui. Ele encenou a própria traição com sua noiva e usou a semelhança dela com Marina para me incriminar. E-mails revelaram o plano detalhado para me destruir e garantir a promoção de Rui. Eu saí para confrontá-lo, munido de provas. Mas Rui não confessou, ele atacou. Dois capangas me espancaram até a morte em um beco. Meu último pensamento foi de arrependimento por não ter confiado em Marina, por não tê-la protegido. E então, escuridão. E depois, luz. Abri os olhos. Eu estava na minha cama, no dia daquele mesmo pesadelo. Eu estava de volta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10