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O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido

Capítulo 2 

Palavras: 652    |    Lançado em: 08/07/2025

amuleto guardado no fundo do bolso. Sua postura havia

o, o rosto vermelho de raiva e bebida. Ele não

, caipira? Não en

ma mesa próxima, fazen

ro uma Zé Ninguém como você estragando tudo. Po

am, incentivand

ndos. Sua voz saiu tranquila, mas com um

uma Zé Ning

a, deixando a fr

da dos orixás. Talvez você devesse me

ixás fez Pedro e seus am

po de seita da sua fazenda? Paga bem? Porque aqui, o que manda

u, recuperando

você não tem nada. Você não é nada. Voc

ouro e uma caneta. Pedro abriu a pasta sobre a mesa com um baque. Dentro

o aqui é um termo de desligamento familiar. Você assina, abre mão de qualquer direito ao nome e ao patrimônio dos

alguns dos convidados, que pararam

ante do irmão. Ela não demonstrou surpresa ou dor. E

gou a

, Pedro. E

mesa e, antes de assin

vai junto. A fortuna dos Silva foi construída sobre o axé que corre no meu sangue. Ao me cortar,

um som alto

Que patético! Está tentando me assus

uma rocha. "É uma profecia. Você vai se arrepender diss

irme e legível: Maria Silva. E, ao lad

vitorioso, e o ergueu

você está livre para vol

cortada. Por dentro, ela sorriu. Imaginou a cara que Mestre Zé faria ao saber que ela tinha previsto o futuro. Ele diria que ela estava f

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O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido
O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido
“A picape velha sacudia, levantando poeira vermelha. Maria, ou melhor, Chica, contava dez anos longe do asfalto da capital. Dez anos desde que seu pai a mandou para a fazenda, aos oito. A lembrança era um corte: ela, chutando sem querer a bola na sala de troféus. Quebrando a taça de ouro de hipismo de Pedro, seu irmão. O choro estridente dele, a fúria do pai. "Vai aprender responsabilidade longe daqui", disse ele. Foram as últimas palavras dele por uma década. Naquele dia, ela estava de volta. A festa de 18 anos de Pedro. O casarão imponente e o cheiro de perfume caro a sufocavam. Mestre Zé, seu protetor e mentor, segurou sua mão antes de ela descer. Ele colocou um amuleto de couro em sua palma. "Se a dúvida apertar, abra. Mas só nesse momento." Ela guardou a peça, vestindo seu simples vestido. Assim que entrou, os olhares perfuraram-na. Pedro a viu, e seu sorriso morreu. "Olha só quem apareceu! A caipira!", ele zombou. Seus amigos riram, medindo-a com desdém. A humilhação era pública, mas Mestre Zé a ensinou a não ceder. Pedro se aproximou, o hálito marcado pelo álcool. "Você não pertence a este lugar, Maria. Volta pro seu buraco." As palavras feriam, mas ela não abaixaria a cabeça. Com os olhos de todos sobre ela, ela pegou o amuleto. Dentro, um papel dobrado. Ela abriu, os dedos tremendo. Quatro palavras na caligrafia de Mestre Zé: "Manda ver, garota!" Um sorriso brotou em seus lábios. A dúvida sumiu. Ela era uma Filha do Axé, e Filhas do Axé não se curvam.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10