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O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido

Capítulo 3 

Palavras: 690    |    Lançado em: 08/07/2025

uns, começou a se formar sobre o rosto de Pedro. A testa dele, antes apenas marcada pela arrogância, agora parecia ter uma m

cumento assinado, vi

de verdade! Sem gente de baixo

eu, a voz ainda c

nosso pai concordar, Pedro. A assin

olhou co

ado? Ele mal pode esperar para se livr

um leve sorriso. "Peça a bênção dele par

desprezasse, se preocupava com as aparências. Expuls

ular e discou o número do pai com dedos rápidos e irritado

do outro lado da linha,

Estou no meio de uma

inha rápida aqui na festa" , disse Pedro, com a

a? Aconteceu

causando problemas, me envergonhand

m choro falso, uma tátic

rtence à nossa família! Eu preparei um documento para ela assinar, abrindo mão de tudo. Ela já assinou, mas

ntiu um último fio de esperança se partir. Talvez,

voltou, fri

o futuro desta família. Se ele quer que você assine esse papel, e

lquer gota de afeto ou consideração que ela pudes

lguma coisa, Maria pegou o celular d

u precisava t

elho a um Pedro cho

perou, o sorriso malign

! Agora, o documento é oficial

pel para ela, com

, depois para ele. Peg

a coisa" ,

atura do pai, que obviamente ainda não estava lá: "Aprovad

hou diretamen

Agora está

com a audácia dela. Ele esperava lágrim

e conseguiu dizer. "Agor

rriso, um sorriso que

mãozinho. O relógio está correndo. E, por

a trás um Pedro triunfante e um salão cheio de gente que

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O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido
O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido
“A picape velha sacudia, levantando poeira vermelha. Maria, ou melhor, Chica, contava dez anos longe do asfalto da capital. Dez anos desde que seu pai a mandou para a fazenda, aos oito. A lembrança era um corte: ela, chutando sem querer a bola na sala de troféus. Quebrando a taça de ouro de hipismo de Pedro, seu irmão. O choro estridente dele, a fúria do pai. "Vai aprender responsabilidade longe daqui", disse ele. Foram as últimas palavras dele por uma década. Naquele dia, ela estava de volta. A festa de 18 anos de Pedro. O casarão imponente e o cheiro de perfume caro a sufocavam. Mestre Zé, seu protetor e mentor, segurou sua mão antes de ela descer. Ele colocou um amuleto de couro em sua palma. "Se a dúvida apertar, abra. Mas só nesse momento." Ela guardou a peça, vestindo seu simples vestido. Assim que entrou, os olhares perfuraram-na. Pedro a viu, e seu sorriso morreu. "Olha só quem apareceu! A caipira!", ele zombou. Seus amigos riram, medindo-a com desdém. A humilhação era pública, mas Mestre Zé a ensinou a não ceder. Pedro se aproximou, o hálito marcado pelo álcool. "Você não pertence a este lugar, Maria. Volta pro seu buraco." As palavras feriam, mas ela não abaixaria a cabeça. Com os olhos de todos sobre ela, ela pegou o amuleto. Dentro, um papel dobrado. Ela abriu, os dedos tremendo. Quatro palavras na caligrafia de Mestre Zé: "Manda ver, garota!" Um sorriso brotou em seus lábios. A dúvida sumiu. Ela era uma Filha do Axé, e Filhas do Axé não se curvam.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10