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O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido

Capítulo 4 

Palavras: 678    |    Lançado em: 08/07/2025

como se correntes invisíveis tivessem sido quebradas. Ela não era mais a filha

escura em sua testa estava mais nítida, mais densa. E não era só isso. Uma aura fina e cinzenta, como fumaça de cigarro, começava a se enrolar em

último vislumbre da verda

edr

a celebração. Ele

? Não se cansa de

eira. É a sua sorte indo embora. E essa energia ruim ao seu redor... cheia de luxúria e

a mão na te

a de inventar besteiras! Está tentando me

eja de um garçom e o virou de uma v

ergia, de mancha... fingindo ser um deus

hão, que se espatifou

o! Melhor do que nunca, ago

vou com uma c

formigando há dois dias e você sente uma dor aguda n

ela sabia? Ele não tinha contado a ninguém sobre aquilo. Tinha atribu

am em silêncio, olhando de

ocê sabe disso?"

tegia a saúde de vocês também, neutralizava as consequências dos seus excessos. Agora que você me expulsou, a sua conta chegou. Cada no

adora do que qualquer ameaça. O medo começou a se infilt

arçar, endireit

coincidência! Voc

alou os

uranç

r vazio, surgiram do nada e se posicionara

a resistir, podem usar a força. Qu

Maria. Ela não se moveu. Apenas olhou pa

é sobre mim, Pedro. É sobre você. E sobre

ele e os seguranças pudessem ouv

não verão o sol nascer amanhã. E você... você não sobreviv

só esperar. A colheita do que ele

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O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido
O Preço do Desprezo: Um Amor Proibido
“A picape velha sacudia, levantando poeira vermelha. Maria, ou melhor, Chica, contava dez anos longe do asfalto da capital. Dez anos desde que seu pai a mandou para a fazenda, aos oito. A lembrança era um corte: ela, chutando sem querer a bola na sala de troféus. Quebrando a taça de ouro de hipismo de Pedro, seu irmão. O choro estridente dele, a fúria do pai. "Vai aprender responsabilidade longe daqui", disse ele. Foram as últimas palavras dele por uma década. Naquele dia, ela estava de volta. A festa de 18 anos de Pedro. O casarão imponente e o cheiro de perfume caro a sufocavam. Mestre Zé, seu protetor e mentor, segurou sua mão antes de ela descer. Ele colocou um amuleto de couro em sua palma. "Se a dúvida apertar, abra. Mas só nesse momento." Ela guardou a peça, vestindo seu simples vestido. Assim que entrou, os olhares perfuraram-na. Pedro a viu, e seu sorriso morreu. "Olha só quem apareceu! A caipira!", ele zombou. Seus amigos riram, medindo-a com desdém. A humilhação era pública, mas Mestre Zé a ensinou a não ceder. Pedro se aproximou, o hálito marcado pelo álcool. "Você não pertence a este lugar, Maria. Volta pro seu buraco." As palavras feriam, mas ela não abaixaria a cabeça. Com os olhos de todos sobre ela, ela pegou o amuleto. Dentro, um papel dobrado. Ela abriu, os dedos tremendo. Quatro palavras na caligrafia de Mestre Zé: "Manda ver, garota!" Um sorriso brotou em seus lábios. A dúvida sumiu. Ela era uma Filha do Axé, e Filhas do Axé não se curvam.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10