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Sofia: A Bailarina Quebrada

Capítulo 1 

Palavras: 864    |    Lançado em: 08/07/2025

há meses. Eu costumava ser Sofia, a primeira bailarina, a mulher que dançava nos palcos mais importantes do país. Ago

eira de rodas para o resto da vida. Abandonei minha carreira, o balé, a única coisa que

ra. Clara, sua "musa" de infância, a mulher que agora vi

scadas. Meu corpo estremeceu, não de frio, mas de um pavor familiar. A sil

oa ideia descer aqui? É tão sujo", a voz d

te, seu olhar era frio, desprovido de qualquer emoção que eu um dia conheci. Eu estava encolhida em um colchão velho no cant

s visita", ele disse, su

doentio. Ela usava um vestido branco, parecendo um anjo em meio à escuridão. Um anjo

e aproximou, o tecido do seu vestido roçando no c

acender dentro de mim, mas eu

", minha voz saiu co

lara não está se sentindo be

se formando no meu estômago. Isso não fazia senti

ho a ver com is

ata de fragilidade. "O médico disse... ele disse qu

ti o olhar de Eduardo em

, Sofia", disse Eduardo, sua voz cortante. "Você roubou a coreografia de

Clara havia roubado minhas criações, não o contrári

ela", respondi, a vo

feito. "Eu não queria pedir, Sofia, juro! Mas o médico disse que meu tipo

terrorizante. Eles não vieram me visitar. Eles vieram buscar um órgão. O corpo dele

la?", perguntei, o horror fazendo m

sse a coisa mais razoável do mundo. Ele queria a minha morte. Uma morte lenta na mesa de cirur

meia-idade com uma maleta médica apareceu. Dr. Mendes. O méd

, disse Clara, secando as lágrim

ssional, mas seus olhos eram frios como

um gemido e cambaleou, ca

r...", ela sussurrou

!", Eduardo gritou, o pânico em

mente me queria morta. Naquele instante, no fundo do poço da minha existência, uma nova decisão se

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Sofia: A Bailarina Quebrada
Sofia: A Bailarina Quebrada
“A umidade do porão era minha única companhia há meses. Eu costumava ser Sofia, a bailarina, mas agora era um segredo sujo do meu marido, Eduardo. Ele quebrei, me aprisionou neste inferno. Tudo por causa da Clara, sua suposta "musa" de infância, que vivia na minha casa e criava meu filho. Então, eles apareceram. Eduardo e Clara, com suas vozes melífluas e sorrisos falsos. Ela precisava de um transplante de rim. E o meu tipo sanguíneo era "coincidentemente" compatível. Eles me acusaram de arruinar a carreira dela, de roubar suas criações, distorcendo a verdade. Meu próprio filho, Lucas, a quem eu daria a vida, me chamou de "mulher má", repetindo as mentiras que lhe ensinaram. Ele jogou uma pedra em mim, e meu coração se estilhaçou. Eduardo, o homem que salvei e amei, observava tudo com uma frieza assassina. Ele sempre soube a verdade sobre Clara, eu percebi então. Mas sua obsessão por ela era maior que tudo. Ele riu da minha dor, me dizendo que iria me "curar" se referindo a me matar. Aquele amor que jurei ser meu, era a arma que ele usava para me destruir dia após dia. O bisturi do Dr. Mendes tocou minha pele, cortando-me propositalmente enquanto eu estava acordada. De repente, a voz de Lucas ecoou na escuridão: "Pai? Que você está fazendo?" Essa interrupção mudou tudo, revelando a futilidade daquele amor retorcido. Agora, de volta ao mesmo pesadelo, preciso desvendar a verdade e lutar pela minha liberdade e pela de quem eu amo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10