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Sofia: A Bailarina Quebrada

Capítulo 2 

Palavras: 750    |    Lançado em: 08/07/2025

que descia as escadas com hesitação. Meu filho, Lucas. Meu coração, já tão machucado, s

segurava

oi' para a Sofia", ela disse

para mim, para minhas roupas rasgadas, meu cabelo emaranhado, me

u, a palavra soando es

orrir. "Oi,

cê é uma mulher má. Ela disse que você a machu

ldade infantil, apenas repetindo o que

erdade, Lucas

ocê não é minha mãe! A tia Clara é minha mãe! Ela

a direção. A pedra era pequena, inofensiva, e caiu perto do

ada. Ele desceu rapidamente e agarrou o braço

ho parecia mais sobre manter a ordem do que m

não deveria estar a

am para sair, eu reuni

do", c

, mas não

fraqueza. "Lá atrás, na academia de dança. Você sem

icou tenso. Clara olhou para el

cio foi a confissão mais alta que eu poderia ouvir. Ele sempre soube. Ele sabia que eu era a vítima, mas escolheu ficar do lad

nte, a voz estranhamente suave, quase uma p

disfarçada de promessa. Ele me "curaria" me matando para salvar Clar

o", eu disse, olhando diretamen

o conseguia identificar. Mas desapareceu tão rápido quanto veio. Ele se virou e subiu as esca

. Lembrei-me da noite em que Eduardo me pediu em casamento. Estávamos em um pequeno restaurante italiano

isse, a voz embargada de emoção, "você me salvou. Você me deu uma nova

e. Eu disse sim. Eu ac

a arma que ele usava para me destruir. Aquele homem de joelhos, com os olhos cheios de lágrimas de amor, e o homem que agora queria arrancar um órgão do m

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Sofia: A Bailarina Quebrada
Sofia: A Bailarina Quebrada
“A umidade do porão era minha única companhia há meses. Eu costumava ser Sofia, a bailarina, mas agora era um segredo sujo do meu marido, Eduardo. Ele quebrei, me aprisionou neste inferno. Tudo por causa da Clara, sua suposta "musa" de infância, que vivia na minha casa e criava meu filho. Então, eles apareceram. Eduardo e Clara, com suas vozes melífluas e sorrisos falsos. Ela precisava de um transplante de rim. E o meu tipo sanguíneo era "coincidentemente" compatível. Eles me acusaram de arruinar a carreira dela, de roubar suas criações, distorcendo a verdade. Meu próprio filho, Lucas, a quem eu daria a vida, me chamou de "mulher má", repetindo as mentiras que lhe ensinaram. Ele jogou uma pedra em mim, e meu coração se estilhaçou. Eduardo, o homem que salvei e amei, observava tudo com uma frieza assassina. Ele sempre soube a verdade sobre Clara, eu percebi então. Mas sua obsessão por ela era maior que tudo. Ele riu da minha dor, me dizendo que iria me "curar" se referindo a me matar. Aquele amor que jurei ser meu, era a arma que ele usava para me destruir dia após dia. O bisturi do Dr. Mendes tocou minha pele, cortando-me propositalmente enquanto eu estava acordada. De repente, a voz de Lucas ecoou na escuridão: "Pai? Que você está fazendo?" Essa interrupção mudou tudo, revelando a futilidade daquele amor retorcido. Agora, de volta ao mesmo pesadelo, preciso desvendar a verdade e lutar pela minha liberdade e pela de quem eu amo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10