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Amor Que Mata

Capítulo 3 

Palavras: 563    |    Lançado em: 08/07/2025

ligando, a voz ca

desaparecimento de uma pessoa famosa com

preparava uma canja para Rafael. "Ele está se escondendo. É uma

para o quarto de hóspedes. O cuidado que ela dedicava a ele era uma faca em meu peito

ando-se na beira da cama. "Coma um

ndo como se cada colherada

m, Camila. Não sei o que

gritar. Mas meu grito não tinha som. E

va, minha mente voltou

tantaneamente. A

ou em ação. Eu me arrastei, tentando fugir, tentando encontrar uma saí

ça sutil em Camila. O jeito como ela olhava par

hoje? Sabe que o Rafael es

óspedes. O cheiro nem chega lá. E

propósito! Par

vez porque Rafael pisou no rabo dele sem querer. A pa

e cachorro, André. Ele é agre

r, Camila! Ele não

por Beatriz e Rafael, eu era o m

esga de luz. Enfiei os dedos ali, puxando com toda a força que me restava. A unha do meu

de novo, mas minha v

a minha energia, esperando que

is em um frenesi. Estavam calmos, metódicos. Eles eram as

esespero dando lugar a uma resignação fria. Eu ia m

fundo. Era o fim. Um fim brutal e sem sentido. E a pessoa que o orquestrou estava agora em casa, cuidand

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Amor Que Mata
“A porta de metal bateu, e a escuridão no contêiner me engoliu, cheirando a ferrugem e abandono. Ouvi a voz dela do lado de fora, distante: "Você vai aprender a não mexer com o Rafael." Meu coração batia forte. Camila, minha Camila, como podia fazer isso? Então, a lembrança me atingiu como um soco. Pingo. Meu pequeno Pinscher, de apenas três quilos, foi esmagado pelo salto dela na minha frente. "Seu monstro! Está usando esse rato para assustá-lo!" , ela gritou, os olhos frios. "Agora é a sua vez." Caí no chão batido, as palavras ecoando. Não era um mal-entendido. Era real. Camila tinha matado meu cachorro, e agora... Ouvir a risada dela, cruel, e a voz de Beatriz se juntando a ela, me despedaçou. "Tarde demais, André. Você devia ter pensado nisso antes de aterrorizar o homem que eu amo." Então, ouvi um rosnado. Não era Pingo. Eram os Dobermans. "Não comem há três dias. Vão te ensinar uma lição." A dor e o terror me consumiram. Por que ela estava fazendo isso? Do lado de fora, Rafael falava com Beatriz, calmo. "Ele só vai levar um susto. Camila disse que são treinados." Mas eu sabia a verdade. Sabia que Camila, cega pelo ciúme e pela manipulação, havia se tornado um monstro. Minha visão escureceu enquanto sentia os dentes rasgando minha carne. O anel em meu dedo brilhou, um último vestígio da vida que tínhamos. Morri ali, traído, e meu espírito se tornou uma sombra, presenciando a farsa que ela encenava. Ela negava minha morte, tratava Rafael como rei, ignorando a podridão ao seu redor. Aquele anel me prendia à terra, um elo com a promessa de "para sempre" que ela havia quebrado. O avô de André, com sua sabedoria bruta, finalmente quebrou a máscara de Camila. Ela correu de volta ao contêiner, onde a visão dos arranhões, do sangue e, por fim, da minha unha quebrada, a fez desabar. A verdade a atingiu. Ela me matou. E foi usada por Rafael e Beatriz. A dor se transformou em raiva, e a raiva em sede de vingança. Ela não era mais a influenciadora, a esposa, a viúva. Era uma caçadora. Com garras afiadas, Camila rastreou os dois arquitetos da minha desgraça. No açougue do meu avô, ela os marcou, não apenas com dor, mas com a humilhação do que eles fizeram. Ela os entregou à justiça, mas já havia feito a sua própria. Eu, André, finalmente encontrei a paz.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10