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O Recomeço de Sofia no Café

Capítulo 2 

Palavras: 919    |    Lançado em: 08/07/2025

e ela via à sua frente parecia ser um golpe físico. Seus olhos iam de Lucas pa

a era um fio. "Um fazendeiro? Um filho? Você jogou sua

lher que ele ia casar na frente de todo mundo? Me acusar de ser uma golpista no dia

equeno recuo nela. Mas a arr

órias, mostrou provas falsas... ele não sabia o que estava fa

e. "Arrependimento é uma coisa ótima. T

minha âncora. Eu não era mais a garota de vinte e poucos anos, apaixonada e ingênua, que tremia

na sua mansão em São Paulo. Ela nunca foi abertamente

caras de porcelana fina. "Mas você entende que, como esposa do Pedro, suas responsabilidades seriam outras

cidade, mas sim com a forma como eu me encaixaria no molde que eles tinham para a "esposa de um Moraes" . Eu era um acessório que precisa

ília, começou a ecoar esses pensamentos. "Mãe tem razão, a

u queria construir junto com ele. Eu não queria ser uma dona de casa ent

ico de um processo de anulação que já acontecia há meses, nos bastidor

café está quase falindo desde que a verdade sobre Patrícia veio à tona. Ela o roubou, Sofia. Ela o

a, sentiu uma pontada de algo que poderia ser pen

s mesmas coisas que ele me fez passar. A única diferença é que eu me reergui. Eu não deixei a dor me

tensão, apertou le

frio. Vamos entrar." Era o seu j

a uma última vez. A mulher poder

le não está aqui. Nunca esteve. A felicidade que eu tenho hoje foi porque

e tornando raiva. "Depois de tantos anos juntos! Vocês c

a. O amor não controla. O amor não exige que você desista de quem você é. Eu aprendi isso d

mim, e eu entrei com Miguel. Ele fechou a porta atrás de nós, e o so

o me importava. Fui até a cozinha, coloquei Miguel n

. Meu perfume. O perfume da minha vida. O passado estava

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O Recomeço de Sofia no Café
O Recomeço de Sofia no Café
“O cheiro de café fresco e terra molhada era o perfume da minha paz, longe do barulho e do brilho falso de São Paulo, construída cuidadosamente com meu marido, Lucas, e nosso filho, Miguel. Mas essa sinfonia foi quebrada pelo som de um motor potente, e um sedã preto parou em nossa porteira. Dele desceu Dona Clara Moraes, mãe de Pedro, meu ex-noivo, vestida impecavelmente, e meu coração parou. Ela me encontrou na janela, seu sorriso não alcançava os olhos, e seu perfume caro me transportou cinco anos atrás. Então, ela proferiu seu nome: "Eu preciso conversar com você. É sobre o Pedro." O impacto do nome dele foi avassalador, a humilhação pública voltando à tona. Eu ri, um som sem humor. "Ele precisa de mim? Depois de tudo?" Ela implorou, a polidez rachando: "Ele não está bem. Ele precisa de você." Eu olhei para ela, a mulher que um dia planejou minar minha carreira, que assistiu em silêncio enquanto seu filho me desgraçava. "Isso não é mais problema meu, Dona Clara. Eu tenho a minha vida agora." Com desprezo, ela questionou: "Que vida? Você era para ser uma das maiores chefs do país. Desistiu de tudo por... isso?" Foi então que Lucas apareceu na porta dos fundos, com Miguel correndo em minha direção. Eu o peguei no colo, beijando seus cabelos, enquanto Lucas colocava a mão em minhas costas. Olhei nos olhos chocados de Dona Clara e disse, com a voz cristalina: "Dona Clara, este é Lucas, meu marido." "E este," eu continuei, apertando Miguel, "é o Miguel. Nosso filho." O queixo de Dona Clara caiu. A cor sumiu de seu rosto. "Marido? Filho?" ela sussurrou. "Mas... como? E o Pedro?" "O Pedro," eu respondi, a dor se transformando em força, "faz parte de um passado que não existe mais." Minha nova vida, construída do zero, era a prova viva de que eu me recusei a ser definida por um passado de traição e humilhação. Essa mulher, que me julgava inútil longe dos holofotes, não tinha ideia do poder que encontrei na simplicidade e no amor verdadeiro. Agora, o Pedro, para quem eu era a "alpinista social" , e sua mãe, que me desprezava, teriam que enfrentar a realidade: eu não era a vítima que eles esperavam. A questão agora era: será que Pedro finalmente entenderá a profundidade de seu erro ao ver o que ele perdeu, ou continuará preso à sua própria ambregueira?”
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