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Amor Envenenado, Justiça Amarga

Capítulo 4 

Palavras: 986    |    Lançado em: 13/10/2025

inha voz um monótono sem

fraca. "Keila se sente responsável pelo

im da minha mãe e

m tributo. Ela encomendou todas as flores favo

rado da minha mãe, para plantar flores como um "tributo" orquestrado por sua assass

A palavra foi q

itaram. "Não seja difícil, J

isse

"Você quer ficar aqui embaixo? Porque eu posso fa

meaça pairava no ar,

nipulador. "Apenas faça isso, e eu prometo, as coisas vão melhorar. Pode

u não seria mais encantada. Mas para o meu pla

ceno lento

Ele me levou ao quintal, onde dezenas de bandejas de flores e sacos de terra estavam dispostos ao

pegar meu lado bom"

rrou para frente

dedos na terra fria, a terra que minha mãe amava. A cada flor que eu plantava, um pedaço da minha antiga vida se

ndo meu trabalho "penitente". Keila observava de uma espreguiçadeira

squerda, querida. Quere

va coberta de terra e suor. Keila dispensou a equipe

um aceno displicente d

lvendo um braço em sua cintura. "Parece

ardim, com não mais emoção do que se eu fosse um

a fria sob minhas mãos. Lembrei-me de Gustavo me trazendo uma única e perfeita rosa deste jardim em nosso

morto. Ou talvez n

e foi. Foi sistematicamente torturado e faminto até simplesmente deixar de existir.

o da cidade, sorrindo para as câmeras. Ele estava segurando a mão dela. A legenda di

nada. A dor

outro. Peguei minha aliança de casamento, uma simples faixa de platina, e meu anel de noivado, um dia

mensamente

o de orquídeas raras. Ele havia gastado uma fortuna nelas. Uma

asguei as pétalas e esmaguei as folhas sob meu calc

a notificação. Eu estava preparando uma declaração, uma "not

abriu. Gustavo esta

viu a carnificina. Seu rosto, geralmente tão con

cê fez?", ele sussur

o, um lampejo de medo em seus olhos. Pela primeira

disse, minha voz calma e uni

ha direção, as mãos para cima em um gesto apaziguador. "Eu sei que tenho sido... duro com você. Mas eu prometo,

so. Ele não tinha ideia do que estava por vir. Ele não tinha

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Amor Envenenado, Justiça Amarga
Amor Envenenado, Justiça Amarga
“Minha mãe, uma enfermeira que passou quarenta anos cuidando dos outros, foi envenenada e deixada para morrer depois de um baile de caridade. A mulher responsável, Keila Diniz, estava no tribunal, com uma máscara de inocência e lágrimas, alegando legítima defesa. O verdadeiro horror? Meu marido, Gustavo Guedes, o maior advogado de São Paulo, estava defendendo Keila. Ele destruiu a reputação da minha mãe, distorcendo a verdade até que o júri acreditasse que Keila era a vítima. O veredito veio rápido: "Inocente". Keila abraçou Gustavo, um sorriso triunfante brilhando em seu rosto. Naquela noite, em nossa mansão fria, eu o confrontei. "Como você pôde?", engasguei. Ele respondeu calmamente: "Era meu trabalho. Keila é uma cliente muito importante." Quando gritei que ela tentou matar minha mãe, ele ameaçou usar os registros médicos sigilosos da minha mãe, seu histórico de depressão, para pintá-la como instável e suicida. Ele estava disposto a destruir a memória dela para proteger sua cliente e sua carreira. Eu estava presa, humilhada e de coração partido. Ele havia sacrificado minha mãe por sua ambição, e agora estava tentando me apagar. Mas enquanto eu assinava os papéis do divórcio que ele havia preparado, um plano selvagem e desesperado começou a se formar. Se eles me queriam fora, eu desapareceria. E então, eu os faria pagar.”
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