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Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou

Capítulo 3 

Palavras: 1281    |    Lançado em: 13/10/2025

a baixa, tremendo com uma fúria que

esta família o fizesse. Heitor ficaria furioso se

da mantinha uma reverênc

um som agudo

em qualquer coisa que eu di

ra uma velha tola. Assim como sua mãe, eu suponho. Mulhere

coração partido e sozinha anos atrás

expl

indo a bochecha de Jéssi

ra o rosto, os olhos arregalado

itou, avançando sobre Al

mas Jéssica, desequ

urando apoio. Encontrou o mármore

, derramando as cinzas de Eleonora pelo

ou, o horror

nzas espalhadas, seu ros

la sussurrou. "Oh

to de Jéssica – i

seu rosto furioso. Seus tios e

no chão, lágrimas escorrendo pelo rosto,

ua voz crua de dor e raiv

u. Ele acusou. I

atriz, explodiu em

a me atacou! Eu tentei impedi-la, mas ela... ela derrubou a urna da vovó! El

regue com uma histeria tão convin

mas nenhuma palavra veio. A audácia da me

rvalho e

stru

cisa ser

a pol

aiva, apontou para Alana. "Na minha épo

uiseram acreditar no pior dela. Jéssica acabara de

s olhos ardendo com um fogo frio que el

, Alana", disse ele, sua

com condenação: "Desrespeitar a memória da minha

o-se em sua carne. "Você é uma vergonha p

iderou o lado dela

u, tentando libertar o braço. "Jéssica

itor endurece

ropeçou para trás, sua cabeça bate

odiram atrás

imediata

de tontura, ela viu H

Jéssica, sua expressão su

u, gentilmente enxugando uma lágrim

o a cabeça de Alana latejava, era uma ferid

do o que Alana sempre desejara, e era direcionado à m

do aquilo era um

arede, a força se esv

rto g

cortou a névoa. "Tirem-na daqui. N

des a e

o nicho, passando pelos olhares hor

ue a escuridão a reivindicasse foi

sozinha, em um quarto de h

te. Um hematoma grande e sensível

ueldade de Heitor, de sua devoção cega a Jéssica e d

iramente, completa

ração. Esta foi a gota d'água. Não haveria m

de cabeceira. Uma mensagem

taças de champanhe erguidas, uma

mas pessoas simplesmente não conseguem lid

te dizer que espera que você tenha aprendido

sem lágrimas, sem raiva. Apen

pararia. Hei

gemendo. Ela encont

os de sua vida passada com Heitor que ela

o casamento – Eleonora havia insistido. Al

era em seu primeiro (e único) aniversário, um

eias de amor e esperança não expressos, n

uma ruptura

Heitor estava lá, o paletó do ter

s itens descartados, Ala

ama, Alana? Tentando me fazer sentir culpado destr

utro apelo por sua atençã

ntendia. Ele nu

orriso genuíno, fraco, mas

, sua voz calma, quase leve. "E

e o divórcio seja finalizado. A ideia de estar completamen

eira vez, alcançou seus olhos, br

ilou. Ele deu um passo para dentro

e exigiu, agarrando seu

ra a mão dele em seu braço, dep

mente, "Eu. Quero. Você. Fora.

com uma resolução quieta e inabalável

suficiente para

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Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou
Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou
“O vidro estilhaçado cortou a bochecha de Alana Matos. "Socorro", ela engasgou ao telefone, mas seu marido, Heitor Carvalho, rosnou: "Alana, pelo amor de Deus, estou numa reunião." Um golpe seco. E então, a escuridão. Ela não acordou em seu carro ensanguentado, mas em seu opulento quarto de casal, com o calendário marcando três meses após seu casamento. Três meses de um casamento que já havia começado a matá-la. Heitor estava perto da janela, sua voz se suavizando: "Sim, Jéssica, hoje à noite parece perfeito." Jéssica Torres, seu verdadeiro amor, a sombra sobre a primeira vida de Alana. A dor familiar no peito de Alana deu lugar a uma fúria nova e gélida. Por sete anos miseráveis, ela havia dedicado a Heitor uma devoção desesperada e inabalável. Suportou sua frieza, seus casos descarados, seu abuso emocional, tudo por um pingo de sua atenção. Ela havia se tornado uma casca, uma caricatura, ridicularizada pelo círculo de Heitor e tratada com condescendência por sua família. A profunda injustiça, a pura cegueira de sua indiferença, era um comprimido amargo. Seu coração, antes partido, agora não sentia nada além de um eco oco de amor não correspondido. Então, em uma gala, um ato cruel envolvendo as cinzas de Dona Eleonora, e Heitor, sem hesitar, empurrou Alana, suas acusações ecoando: "Você é uma vergonha." Ele confortou Jéssica enquanto a cabeça de Alana girava com o impacto. Aquela foi a gota d'água. Sem lágrimas, sem raiva. Apenas uma resolução fria. Ela entregou uma pequena caixa de veludo em sua cobertura. Dentro: a aliança e o pedido de divórcio. "Eu. Quero. Você. Fora. Da. Minha. Vida. Para. Sempre.", ela declarou, sua voz clara. Ela renasceu para ser livre.”
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