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O Protetor

Capítulo 4 Mudança

Palavras: 1425    |    Lançado em: 19/09/2021

a enfermeira quando lhe perguntou sobre seu bebê. Ela achou que seria pior, mas saber que nã

. Quando Dr. Arthur terminou de explicar t

r se era menino ou meni

e logo poderá ir para casa. Aconselho também, um tratamento psicológico por um temp

ê-lo falando assim, tão carinhoso com Luana. Sabia que Arthur

Luana, que estava um pouc

Si

para trazerem alg

rigada. E

ue ocorrera, mas não conseguia pensar em se afastar. Sentou-se

eus pensamentos, não perc

ompanhia, tinha muitos livros para ler e muitos filmes que queria ver. Suspirou e observou o quarto ao seu redor. Era amplo, bem arejado e iluminado, possuía uma janela grande ao seu lado direito, a sua frente uma tele

Não precisa ficar aqui o tempo todo comigo. - Ao mesmo tempo que falava Luana sentia uma pontadinha no coração. Estava apreciando a p

ele ficaria ela querendo ou não. Ele já tinha quase a perdido uma vez, n

qui porque quis. E não pretendo deixá-la sozinh

do mais era bom ter ele por perto. Ela sorriu

ficar sozinha, Fábio sentiu-se aliviado e com esperanças de c

passar em seu apartamento para um bom banho e trocar de r

io estava de volta ao hospi

uviu alguém bater na porta. Ergueu a cabeça e viu Fábio, que

que está melho

ersar. - Fábio estava sér

ente-se. O qu

uan

tá se recuperando rápido, é uma m

eu cuidarei dela. - Fala

de Luana. Então era isso, ele não gostou quando disse que vinha cuidando de Luana d

m, sabe que nunca tentei

quera Arthur. É mu

sante, antes eu ouvi ela diz

um pouco mais alto e ombros mais largos que os dele. Não queria brigar com o amigo, só es

a interferiria em sua vida, mas ouvi-lo dizer

rabalho. Apesar de ser o melhor ali, sabia que ninguém era insubstituível, e ele amava trabalhar naquele hospi

dada com seu celular nas mãos. Sorriu pa

m feita e os cabelos penteados. Sentiu seu perfume que a inebriou, e que sorriso era aquele? Ele queria matá-la do coração ? Só podia ser isso! - Ahn obrigada por tudo mais uma vez. - Luana não

ziam. A boca carnuda bem vermelha o convidava a um beijo. Ela estava somente com a roupa fina do hospital, o que permitia que ele visse sua pele sob o tecido fino. O que ele est

- Não precisa agradecer, é um prazer estar a

tos demais, a voz dele fazia arrepiar os cabelos de sua

o resquício de controle. Se aproximou e a beijou. Mas não foi um beijo sua

zesse. Mas ela ansiava por aquele beijo. Desde o dia em que ele deixou sua casa, ela

assar a noite ali com ela, ou arrancaria aquele avental que a cob

ntro dela. Ele não podia em hipótese nenhuma ser apenas amigo dela. Ao vê-lo se afastar, se

de quase... - ele não terminou a frase, não podia nem cogitar isso. - Precisa descansar.

se derreteu um pouco nesse momento. Podia um homem lindo, méd

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