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O Duque que me amava

Capítulo 3 O bilhete

Palavras: 1894    |    Lançado em: 24/09/2021

ge, o começo das t

eria o berço de um encontro de nobres e isso traria muito prestigio, principalmente porqu

um exímio líder de guerra. A família real era pequena, não haviam muitos nobres que de fato, estivessem aptos para governar ca

ar em frente a casa principal. Sua família não sabia da sua chegada que, certamente, pegaria t

ou aos seus ouvidos assim que pis

am Chelsea uma bela jovem e, certamente, aquilo lhe taria muitas preocupações. Porém, seu sorriso desmanchou completament

o um beijo entre os cabelos loir

tido mais bonito e arrumado meus cabelos! - ralhou a mais jove

de observá-la brincar com os cães, mostrando que ainda era a mesma garotinha levada que ele ajudou a criar, mesmo que não demonstrasse isso tanto quanto ele gostaria

om eles - ele tentou melhorar o humor da garota puxando uma mala mediana e

piano, ela vai se apresentar no próximo baile, já Charlotte... - A loira se calou por alguns instantes, sua voz, normalmente aguda e muito an

eixando a mala no chão da sala de estar. - Como assim n

suas irmãs e, por dois longos anos, não vê-las pessoalmente. Agora, ali ouvindo sua irm

enciou sua irmã

Disse que Charlotte não tem tempo para nós, que precisa dar atenção para seu marido, aquele fazendeiro de...

om a mãe e ele mesmo iria visitar a irmã. Por dentro, irritava-se com o fato de Judith não levar as

lhe parecia

era controladora demais para com suas irmãs e, apesar das garotas acharem que aquilo era normal, Marcel não concordava com as atitudes da mãe, que manipulav

agem? Olhe seus cabelos! - a voz de Judith soou por toda a casa, o

o, odiava a forma como sua mãe as obrigava a manter a compostura até nos momentos mais íntimos. Sabia que

falou, abaixando-se para deixar um beijo na testa da i

ante e altivo estava ainda mais presente, assim como o olhar de julgamento, afinal, ele estava fora há dois anos e aqui

família, Marcel? - ela pergun

sea com algum velho fazendeiro - alfinetou o rapaz, fazendo a

sar de discordar de suas atitudes, a amava intensamente, assim como a suas irmãs. Judith apertou as mãos

to, meu rapaz! - falou

tando-se dela e tirando o casaco, entre

tom de reclamação, dobrando o casaco. - Não sa

estava

até aquele dia justamente pela distancia que Marcel se encontrava. Não sabia como iria contornar a curiosidade do filho e sabia que ele odiava Willian com todas as suas forças. Alé

com desconfiança, estreitando as íris claras. - Como está Charlotte? Me disse que tudo estava bem e que ela

s matinais e tediosas da coorte, mas Judith sabia que ele só usa

asada - justificou a mulher. - Tem

eios de descobrir o que estava acontecendo. Judith mentia muito bem, mas ele aprendeu a ler todos o

depois e... - Marcel estava prestes a falar que provavelmente passaria a tarde com Ch

ura, alguns fios tomavam uma tonalidade mais escura que outros, era encantador. Sua pele também estava mais bronzeada, assumi

Soube do duque? - ela disparou as perg

s velho, tocando as madeixas loiras. - Sim, incl

taram as três mulh

es e Marcel se viu num longo interrogatório sobr

*

tando a touca nos cabelos. Saiu silenciosamente, ouvindo os roncos de seu marido e revirando os olhos, resmungando como ele roncava feito um po

rando-o e pondo num envelope. Judith não demorou a deixar o escritório e seguir em direção as escadas, ouvind

onde sabia que os trabalhadores solteiros ficavam jogando até tarde da noite. Sem vergonha ou timidez algu

u, com uma postura firme. - Meu marido e meu filho não devem saber, ess

ns pegaram o saco e um deles o abriu, sorrindo ao ver a quantidade generosa de moedas.

prazer, min

*

m seus comentários, eles me motivam muito, me contem o que estão achando! Me sigam no insta para acompanhar m

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O Duque que me amava
O Duque que me amava
“Charlotte, uma jovem belíssima, filha de um dos fazendeiros mais importantes do reino, não era nobre, mas todos sabiam seu nome e sabiam que ela decidiu casar-se por amor. Enquanto tudo o que ela desejava era viver seu conto de fadas, seu marido a via como um troféu e, mais importante, como aquela que geraria os mais belos herdeiros que um homem poderia ter. OBS: Deixo aqui frisado que essa obra é de minha total autoria e tem todos os seus direitos reservados. Mas sua beleza não era o suficiente, nem a doçura de sua personalidade. Após descobrir que não podia gerar filhos e sofrer por dois anos nas mãos do homem que jurou amá-la eternamente, sendo humilhada e quebrada de todas as formas possíveis, ela é devolvida aos seus pais, sua reputação é arruinada e sua mãe a obriga a viver escondida, numa casa distante da casa principal da fazenda onde morava. Num dia chuvoso, quando trovões ribombavam no céu e os raios iluminavam tudo, um homem bateu à sua porta e, mesmo com medo, ela o abriga, na companhia de seus empregados. Neste dia, Lucian tem a certeza de que jamais havia visto a criatura mais bela e doce em sua vida. O duque de Gloucester estava em busca de uma esposa e não teve dúvidas que a encontrou quando seus olhos caíram sobre aquele anjo que o abrigou durante a tempestade. Mas será que o amor dele seria o suficiente para fazer uma mulher tão machucada entregar-se novamente de corpo e alma?”