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A Corte Dos Desejos Velados

Capítulo 2 O Lobo Entre Veludos

Palavras: 1326    |    Lançado em: 22/11/2025

sons definíveis. Tudo havia sido substituído pelo toque quente - devastador - dos lábios do conde sobre sua mão. Aq

rmitir-lhe qualquer refúgio. Ele ainda segurava sua mão. Não com brutalidade, mas co

rmurou ele, aproximando-se devagar, tão perto que s

para recupera

.. - Ela hesitou, procurando palavras que não soassem pres

mbrio, curioso, perigoso, como o lampejo d

iu ele, num tom que pedia

rigiu ela. - Alguém cuja

ta breve de reconhecimento. Não era o riso de um homem divertido

admitir... - Ele inclinou-se o suficiente para que o perfume dele envo

percorreu-l

lei, senhor -

eressar - respondeu ele, tão próximo

ecuperar espaço - um espaço que ele permitiu

Helena - disse ela, tentando suste

- murmurou Roberto. - Mas e

gueu a so

or qu

s predatório e mais estudado - como se estivess

espondeu. - Nem sua postura. Nem seu silêncio.

ia com mais força do que

esponder - mas ele já h

-

aminava não como um homem observa uma mulher bonita, mas como um estr

sse o conde, a voz carregando calma e

olhando discretamente para as damas adornadas

ior triunfo - respondeu e

- ela repet

s dela. - Não há nada mais atraente do que alguém que

de Amélia s

ra pe

por pode

r um nobre

cia enxergar camadas que nin

-

ssa Helena, surgindo ao lado deles com um balan

se suspiro

as

ndessa lançou ao conde er

linando a cabeça com um respeit

anando o leque devagar. - E, ao que p

ficou

erto repetiu, com

o a mão em seu ombro. - Esta jove

o conde e

de r

onheci

firmasse um

ele. - E isso torna esta con

e demais - re

a? - pergun

a, com um sorriso enig

lento, perigoso, promete

ele. - Não por falta de desejo, mas p

u os olhos

ara você ain

leva consigo a própri

-

ou vivo, cintil

não via nada d

se ela estivesse vivendo em dois mundos ao mesmo tempo: o real, cheio de regras e protocolos, e o

omentos, ela sen

do não o v

uma sensibilidade nova - uma bússola

-

o salão, Amélia escapou para o jardim lateral. O ar frio

olhos, permiti

- perguntou uma vo

a vir

o esta

do convocado pelos

e esperando exatame

senhor - disse ela.

quele salão - murmurou ele. -

que viri

proximou

ar de

calor do corpo dele era palpável - porque fui

receu dos p

saber disso?

também falhou -

e valeu mais do que

que segui

o e uma promessa que nenhu

r com alguém como o se

inou o rosto

ar - murmurou.

ria ter

ão re

fez com força - mas com uma lent

a... pe

a querer você -

a querer você -

e escurecera

mos igualmen

ela e a levou até

dele bat

rt

ntro dele estiv

acontece comi

entou re

ar, consciente, decidido -

oi um

pi

mel

e queimava mais do qu

instante, A

via re

tico, inacessível - acabara de

ão quer

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A Corte Dos Desejos Velados
A Corte Dos Desejos Velados
“A Corte dos Desejos Velados Dizem que toda corte esconde segredos. Mas alguns... respiram. Pulsam. Observam. E, naquela época em que o perfume das velas misturava-se ao som dos bailes proibidos, nada era mais perigoso - ou mais irresistível - do que o nome que sussurravam pelas colunas de mármore: Conde Roberto de Alvarenga. Ele era o tipo de homem que ninguém ousava encarar por mais de alguns segundos. Não porque fosse cruel - embora pudesse ser -, mas porque sua presença parecia atravessar a alma de quem o fitasse. Seus olhos escuros guardavam tempestades antigas, desejos acesos e pecados que ninguém saberia nomear. E foi justamente por isso que ela o notou. Ela, uma jovem simples à primeira vista, mas dona de uma inteligência afiada o suficiente para cortar qualquer máscara social. Uma mulher que ainda não sabia, mas estava destinada a incendiar o mundo silencioso do conde... e todos os seus desejos velados. Eles se encontraram como faíscas no escuro: acidentais, perigosas, inevitáveis. No instante em que seus olhares se tocaram, algo se abriu entre eles - um convite proibido, um aviso silencioso, um fio invisível que nenhum dos dois conseguiria romper. Foi ali que o destino, ou talvez algo muito mais obscuro, decidiu que suas histórias seriam entrelaçadas. E a corte, com seus sussurros, intrigas e máscaras, apenas assistiu. O que ninguém sabia é que, naquele exato momento, o desejo começara a escrever sua própria história. Uma história que queimaria devagar... ... e consumiria tudo o que tocasse.”
1 Capítulo 1 O Salão Onde a Noite Respira2 Capítulo 2 O Lobo Entre Veludos3 Capítulo 3 O Convite que Não Permitiria Retorno4 Capítulo 4 A Noite em que o Convite Respirou5 Capítulo 5 A Segunda Porta6 Capítulo 6 O Jardim Onde o Silêncio Queima7 Capítulo 7 O Salão das Sombras Sussurrantes8 Capítulo 8 O Sussurro Dourado das Velas9 Capítulo 9 Entre Sombras e Juramentos10 Capítulo 10 O Chamado das Sombras11 Capítulo 11 A ESTUFA AO CREPÚSCULO12 Capítulo 12 O SUSSURRO QUEBRADO DO DESEJO