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A Corte Dos Desejos Velados

Capítulo 4 A Noite em que o Convite Respirou

Palavras: 1182    |    Lançado em: 22/11/2025

sível sem perceber. Parecia que o mundo havia mudado de lugar enquanto ela não olhava - como se a realidad

a por uma presença silenciosa. Cada sombra alongada parecia guardar um segredo. E, a cada vez que tocava o bolso d

onv

das serpentes

tra

esença dele fosse capaz de se infiltrar pela pele. Ele não era u

Von Steinburg não apenas entrara em sua casa. Ele a marcara. A forma como olhara para a j

lhia com preci

ficiais com a governanta - mas nada a distraía. A lembrança da

novamente... esteja pronta p

eguia como um

-

sas pelos criados, Amélia percebeu que a casa entrava em silêncio. O jantar ha

fim o

a intenção. Encostou-se à madeira, respirou fundo, e finalmente retirou o convite. A cera dourada

o efeito q

que ela

. O som seco ecoou no quart

uma folha negra, co

firme, elegan

á ao Pavilhão do

sem

leve

a a esc

de Amélia s

dos Sonho

belo quanto amaldiçoado pelas histórias dos criados. Passos

nguém ousava at

ava tes

ndo-a para

vel

fora guiada pela razão, mas algo dentro dela - um instinto selvagem e inesperado

ainda d

arecia resp

-

e uma sombra. Prendeu os cabelos num coque firme, deixando algumas mechas soltas, como se a n

etando sombras longas contra as paredes. O silêncio era tão

o era uma

u rosto. A Lua, parcialmente coberta por nuvens, iluminava o caminh

rmore branco sustentavam uma estrutura que parecia uma mistura entre templo e segredo.

á est

era

respiro

ntr

sso. Não havia luz, nem mesmo a mínima claridade que

eu um

frio sob

io pro

o acel

trou

trás dela - profund

a vir

o

luz tênue da lua delineava seus traços com uma beleza sombria - a mandíbul

passo na di

is o

aixa que parecia escorrer pela pele

ou manter a

ueria mostrar? Um

, lento e fami

as o i

se. O perfume dele - notas de madeira, tabaco sua

centímetros da pele dela. Não tocou. E mesmo ass

Amélia...

va tão perto qu

a murmurou, mesmo

iu mais

e o que sente qu

ão dela se

o contorno de seu rosto sem jamais tocá-lo. A ausência

pensar, - continuou el

arecia bater nos

la perguntou, ous

ça, avaliando-a como se

or

um meio

Sedutor. D

posso perder

endeu a r

distância. O quase-beijo queimava mais do que qualquer

não a

eijo a

ente para lhe estender a mão sem tocá-la. - Esta f

ela queri

queria

respiro

um p

e Roberto

, tão baixo que ela qua

pareceu estremecer

rofundo, que não era apenas uma nov

róprio

nha o no

Von St

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A Corte Dos Desejos Velados
A Corte Dos Desejos Velados
“A Corte dos Desejos Velados Dizem que toda corte esconde segredos. Mas alguns... respiram. Pulsam. Observam. E, naquela época em que o perfume das velas misturava-se ao som dos bailes proibidos, nada era mais perigoso - ou mais irresistível - do que o nome que sussurravam pelas colunas de mármore: Conde Roberto de Alvarenga. Ele era o tipo de homem que ninguém ousava encarar por mais de alguns segundos. Não porque fosse cruel - embora pudesse ser -, mas porque sua presença parecia atravessar a alma de quem o fitasse. Seus olhos escuros guardavam tempestades antigas, desejos acesos e pecados que ninguém saberia nomear. E foi justamente por isso que ela o notou. Ela, uma jovem simples à primeira vista, mas dona de uma inteligência afiada o suficiente para cortar qualquer máscara social. Uma mulher que ainda não sabia, mas estava destinada a incendiar o mundo silencioso do conde... e todos os seus desejos velados. Eles se encontraram como faíscas no escuro: acidentais, perigosas, inevitáveis. No instante em que seus olhares se tocaram, algo se abriu entre eles - um convite proibido, um aviso silencioso, um fio invisível que nenhum dos dois conseguiria romper. Foi ali que o destino, ou talvez algo muito mais obscuro, decidiu que suas histórias seriam entrelaçadas. E a corte, com seus sussurros, intrigas e máscaras, apenas assistiu. O que ninguém sabia é que, naquele exato momento, o desejo começara a escrever sua própria história. Uma história que queimaria devagar... ... e consumiria tudo o que tocasse.”
1 Capítulo 1 O Salão Onde a Noite Respira2 Capítulo 2 O Lobo Entre Veludos3 Capítulo 3 O Convite que Não Permitiria Retorno4 Capítulo 4 A Noite em que o Convite Respirou5 Capítulo 5 A Segunda Porta6 Capítulo 6 O Jardim Onde o Silêncio Queima7 Capítulo 7 O Salão das Sombras Sussurrantes8 Capítulo 8 O Sussurro Dourado das Velas9 Capítulo 9 Entre Sombras e Juramentos10 Capítulo 10 O Chamado das Sombras11 Capítulo 11 A ESTUFA AO CREPÚSCULO12 Capítulo 12 O SUSSURRO QUEBRADO DO DESEJO