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Vendida Ao Don Da Máfia

Capítulo 4 O Acordo

Palavras: 2212    |    Lançado em: 03/12/2025

ent

tou, sem emoção. - Foi

o res

única coisa que e

não precisa correr porque sabe que a presa não tem para onde ir. O som dos sapat

olhos, depois desceu pelo meu corpo como se estivesse lendo um r

eu

firme, mesmo com a gargan

beça, como quem registra um

ntos

te e

rodeios, com um tom que m

li s

ia saber. Sabia antes mes

Si

única vez. Um ges

Bo

eriu mais do q

isparei, antes que

um sorriso bonito. F

e exatamen

escorrer pelas palavras. - Que um perver

desapareceu. Apen

rei pela sua purez

fusa apesar

foi po

- disse ele, sem hesitar. - Mas

ômago r

ão po

edobrada, como se aquela fosse a primeira per

iro. - afirmou. - E

spiração

ntindo o chão sumir sob meus p

esteja em posição de d

ati, cruzando os braços para esconder o tremor. - J

risada baixa

ondeu, e meu corpo reagiu no mesmo instante, lem

os. Não coloco meu nome em clínicas. Quero

lavra sustentada por pura teimosi

asso, invadindo meu espaço. - Não

Meu corpo tremia por dentro, mas

me imped

me caro que usava. Amadeirado. Envolvente. Cruel. Meu co

e murmurou, a voz quase

da i

meu queixo

foge de mim. Nem o passado. - seus olh

e se virou par

ara o quarto

deles,

ima do ombro. O o

próximo

sse ma

r corredores longos demais, frios demais. Parou diante

u atrás de mim c

co ecoou alto

casal enorme. Lençóis brancos impecáveis. Uma ba

ma p

êncio qu

o processar tudo. Minha vida tin

. É perfeita

i os

no final, não restasse nada

ta se

i num r

trou com uma

ocê vai se lavar e vestir isso. O senh

eu não

locou a caixa sobre a poltro

ocê foi comprada pra isso.

ha, a humilhação gr

obj

barr

n

, mas não limpou nada. Nem a traição. Nem a venda.

demais. Provocante demais.

ma mulher que eu

havia fogo

e abriu s

e en

meiros botões. Tatuagens insinuando per

o um dado. - Mas não c

ompre

ecoaram co

imou. Observ

tina. - falou. - Você va

esse lugar?

egou perto demai

cê. - se afastou antes de concluir. - Só até

ão el

ando tr

rai

m

.. que eu me re

****

a

a mulher. Compr

o Don.

acordos. Aquele que deci

prei uma mulher.

além

ta. Do jeito que tem que ser. Saí do quart

a cama. Comigo d

diç

lculado. Não pela maldade, mas p

er agradada. Ela está aq

um he

mim com um estalo seco. N

ai fugir.

silencioso da ala leste. O cheiro dela ainda gruda

o porque machuca, mas porque provoc

tina

s. Órfã. Virgem.

me prometeram. Mas aquela garota..

si. Como se ainda tivesse escolha.

não

regue. Agora é m

ntinuava na minha cabeça. Olhos ardentes. Mas não sup

a ter suplicado. Deveria ter de

disso, ela me de

... me

uísque. O gelo estalou. O gosto queim

ecisar de um herdeiro. E a ofereceu em troca de sua

em, senh

perguntei

me disse cada palavra como se fossem um agrado, como se

serve. - respondi,

e a garota tinha orgulho. Fúria.

omoda mais do

ão sinto culpa. I

na mesa. Ela poderia ter sido entregue a outro. Poderia ter sido quebrada

aprender isso. Ela vai obedecer. Vai

na minha mente. Tecido justo demais. Pele demais. E

e ela não

não me ameaç

, todo mundo quebra. E quando ela quebrar...

à minha porta. Era Teres

recusou o jantar. - S

m jogo de poder. Mas ainda não entendeu qu

o quarto. E diga

ãos. Dei mais um gole em minha bebida. E

quarto. Entrei sem bater. Não preciso de

mal cobria suas partes. Sabia bem que eu est

onde estava a bandeja, ainda intocada

Co

- ela r

m herdeir

ela. Valentina se apoiou no

Vitale. - Seu olhar queimava no meu. Ela

bre ela. Seu coração acelerou, seu corpo enrijeceu sob o meu. Mas e

ão abaixari

para começar,

junto e expondo sua calcinha. Rocei meu membro n

sei meu nariz até sua orelha. Com me

ovamente, dessa vez ela soltou um gemido baixo. Aqueles que vêm

afastar, mas suas pequenas mãos tocaram bem na minha pele exposta pelos botões ab

ia. - ela disse

ubindo até sua calcinha e a acariciando lev

Valentina, o qu

as também fria. Saí de

ora,

orta e saí do quarto. Dessa vez eu a tranquei. Retornei ao meu es

ro, a tensão dela ainda estava presente no ar. Ela é só uma ferra

a do olhar dela queimava mais

s mensagens de aliados, reuniões, avisos s

ofegante. O toque da minha pele na

r um instante. E m

ntensos. Ard

rende. Não é o

om as próprias mãos. Ou alime

não. Porque primeiro

a aqui. Só ordens

cia não será

la gemend

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Vendida Ao Don Da Máfia
Vendida Ao Don Da Máfia
“​Ela acreditava ter encontrado o amor da vida dela... Até ele vender seu corpo para pagar uma dívida. Agora, nas mãos de Dante Vitale, o herdeiro mais temido da máfia italiana, Valentina Rojas vai descobrir que o verdadeiro amor pode ser cruel, obsessivo e muito mais quente do que deveria. Dante a comprou como se fosse um bem. Com um único propósito. Gerar seu herdeiro. Mas o destino tem seus próprios planos... ​ Ele jurou nunca mais amar. Ela jurou nunca mais se entregar. Mas o destino decidiu colocar fogo onde só havia cinzas. Entre o ódio e o desejo, entre o perigo e a paixão, Valentina vai aprender que o coração não entende de acordos. E Dante... vai descobrir que o controle não existe quando é o corpo que se ajoelha primeiro. "O segundo amor cura as feridas do primeiro, mas às vezes, é ele quem te destrói de vez."”