ent
a estrada como um
ue nada ali era improvisado. Eu estava no banco de trás, mãos apoiadas no colo, coluna e
e dois anos, olhos s
ch
um tipo de dor que não encontra saída pelos olhos. Ela se acumula no peito
estrada escura cortando a noite. Ele era grande, ombros largos, postura rígida. Um prof
? - perguntei, depoi
pelo retrov
o mu
Frio. Como tudo
insistia em voltar para Giovanni. Para o sorriso. Para as flores espalhadas n
tas in
a feito, es
a voz me pareceu estranha, distant
um segundo ant
espera
li s
l
. Não precisava de título. Naquele carro, naquele sil
ugir? - perguntei, mantendo o tom f
fundo. Parecia es
e do hum
que, em algum ponto da estrada, algo dentro de mim tinha se des
a entregue
le encontro era inevitável. Que não adiantava implorar, chorar, barganh
a postura. Se eu ia ser levada como
- perguntei, mesmo j
De novo aquele
te Vi
co entre nós como
e Vi
. Respeitado por criminosos. Conhecido por
dono do m
urgindo dos dois lados, como se a própria cidade tivesse
minuiu a v
ação ac
gundo. O último se abriu em silêncio absoluto
surgiu
rguida para lembrar a todos que entravam ali que nada escapava. As luzes eram poucas,
rro
s. - o ho
nos pulmões. Dois guardas se aproximaram. Nenhum tocou em mi
parecia carregar um julgamento. Eu sentia olhares, mesmo se
ndo levada c
m medo, leva
a de mim, então pelo m
no saguão
tão qu
paletó negro impecável. A postura de quem não espera é esperado. A luz do lustre
e virou d
ar daqueles. Cada gesto era econômico, preciso. Um homem
lguns metros
cio se
ele se
ação co
uma expressão que não entregava nada. Os olhos... cinzentos. Frios. Atr
de beleza que não devia ex
i esta
nd
ort
ssa. Não com desejo explícito. Como quem ava
oção. A voz grave, controlada
u no saguão com
que não prometia nada além
mo eu conhecia
esse depois...
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