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Vendida Ao Don Da Máfia

Capítulo 5 Corpo Inimigo

Palavras: 2612    |    Lançado em: 03/12/2025

ent

r, abri os olhos.

le ainda estava ali. Nos meu

causa da cama. Nem por medo

e Vi

m na cama como se fosse natural. Como se eu fosse dele

me invadiu e

membro rijo pressionando entre minhas pernas. O calor da re

e eu e

que quer. E o pior? Meu corpo respondeu. Arrepios. Calor

po quem rea

que ele representa

orpo lembrou dele a noite

na cama, ajeitando o vestido. Ter

as - disse, com a mesma

s do que isso. Ela pousou a bandeja sobre a mesa e, então

o e vermelho. Minha

tei, encarando o tecido com

enhor Vitale

eu sou agora, não é? Uma boneca para vestir como ele quiser, usar perf

Não era culpa dela. Ma

cama ou na mesa? - el

mesmo.

alguns segundos. E caminhou até

ora, mas... às vezes, é me

olhos p

u ninguém, Teresa. Ape

ar trazer outro perfume e ver a po

a bandeja

s recursos, e achei que esses

ana e mão de vaca. -

e fique pronta, que log

? - pergunt

ordens dele. Café, r

respirar, o que será que V

ois

resa. Não podia demonst

. E por favor, me

na. - Ela me disse com

vestido, me deixou o café e

tômago roncava, mas minha g

estava com fome... ou

a promessa de um "para sempre" que nunca vai existir. Eu só queria esquecer

eu corpo começa a reconhecer e a... a desejar. Mas ele não va

nguém dissesse que eu estava fraca. Me levantei e fui até o

usar. Esse aqui, foi feito para agradar ol

ria encarar o reflexo no espelho, mas acabei olhando.

rasgada... E ainda assim,

da era eu mesma. Mesmo que ninguém acredi

ar que dizia que não esta

ronta? -

os da mansão. Tudo ali exalava poder, mas nã

rto dele? - perguntei, te

e sorriso. Mas era u

do senhor Vitale. Nem mesm

ou. Me exigiu. Quer me marcar. Mas nem mesmo va

nha garganta. Parte v

her de uma noite? Ou pio

. O coração acelerou no pei

do - disse Teresa.

esta

uma camisa preta novamente, mangas dobradas, os dois primeiros botõ

m surpresa. Não com

da manhã? - pergu

firme. - Gostou do vestido? - p

retruqu

colocou? - disse e

que me m

é um começo. - Ele responde

uarto? - Ele me encarou, a somb

le é intocável. E nenhuma mulher

por d

sendo compar

nos, sabiam o lugar del

itale? - Ele deixou o copo sobre

iser. Quando eu quiser.

tei, erguendo uma das sobrancel

i ac

a? - pergunt

Te

com firmeza e colou os lábios nos meus. Seu beijo

ram. Meu corpo grito

aquele in

ueimou mais

******

a

um homem como eu. Quando Valentina me beijou de volta, ou talvez tenha sido e

s, quando ela abriu a boca, quando senti o

como se o espaço entre nós fosse uma afronta. O vestido vermelho, fino demais, cedeu sob

ão qui

corpos colados, a raiva e o desejo lutando por domínio. Ela tinha gosto de proib

, mas a voz não soava como um

com firmeza, obrig

roçando os lábios nos de

eimando contra os meus. A respiração en

utra vez. Com força. Com raiva. Com uma

tremendo, ora me empurrando, ora me puxando. O cor

u entre nossos corpos. Minhas mãos desceram, explorando as curvas que ela tentou esc

ente e viva. E o

passavam pela minha cama. Elas vi

ava, mesmo quando o cor

tentou de novo

- pedi, roçando o nariz no

se perderam nos meus. O silêncio dela me in

, ergui em meus braço

! - perguntou, tentan

ontece quando você m

peito subindo e descendo rápido. Fiquei por cima dela,

rno do pescoço dela, desce

s coisas assim.

sim

a beijei novamente, e ela murmurou en

cê me faz sentir -

respiração dela falhar. O vestido se moveu, revelando mais pele do que el

urmurou, os olhos semic

ontra s

orpo gritan

A pele dela arrepiava sob meus toques, o quadril se movia contra o meu, in

i o gosto salgado da pele quente, ouvi o s

Valentina. - sussurrei entre beijos. - O

. Quando passei os dedos pela barra do vestido, ela não impediu.

s ficou pesad

Havia medo. Mas havia também algo

os lábios se abrindo num gemido rouco. Continuei provocand

igo...? - ela perguntou, a v

rouca, carregada de uma fome que eu não queria

lgo, mas o gemido

trecortadas enchia o quarto. Eu a observava, hipnotizado. O rosto corado, os olhos semi

a como se sempre tivesse pertencido a mim. Ela ag

tão

ue percorreu seu corpo inteiro,

e era o primeiro o

hos perdidos em mim como se tentassem entender o q

ceu errado. Não era assim que deveria se

Afastar-me exigiu mais força do q

pulsando em mim. O sangue quente. O corpo ped

nda corado. Arrumei minha roupa e meu membro que grit

baixa, quebrada, um sussurro

stas para ela. Se olh

aiu frio,

ao seu quarto e espere

pois, a voz dela, mai

uscar

o suficiente par

lmoçar

sa

foi como o estalar de uma

emais, a respiração pesada demais. Cada passo ecoava no

sei as mãos no rosto. O cheiro dela ainda e

diç

dição. E eu sabia que se voltass

se. Uma função. Preciso r

stante em que ela se arqueou sob mim, quando o

é que parte de mim quer vê-la de no

não

bonito. Sou o que vem depois, o que destró

itale não sente. Dante Vitale não ama. Dante Vitale

meu nome vivo na minha mente

o entendo, o nome Valentina Rojas

oso... Mas é o tipo de

gosto...

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Vendida Ao Don Da Máfia
Vendida Ao Don Da Máfia
“​Ela acreditava ter encontrado o amor da vida dela... Até ele vender seu corpo para pagar uma dívida. Agora, nas mãos de Dante Vitale, o herdeiro mais temido da máfia italiana, Valentina Rojas vai descobrir que o verdadeiro amor pode ser cruel, obsessivo e muito mais quente do que deveria. Dante a comprou como se fosse um bem. Com um único propósito. Gerar seu herdeiro. Mas o destino tem seus próprios planos... ​ Ele jurou nunca mais amar. Ela jurou nunca mais se entregar. Mas o destino decidiu colocar fogo onde só havia cinzas. Entre o ódio e o desejo, entre o perigo e a paixão, Valentina vai aprender que o coração não entende de acordos. E Dante... vai descobrir que o controle não existe quando é o corpo que se ajoelha primeiro. "O segundo amor cura as feridas do primeiro, mas às vezes, é ele quem te destrói de vez."”