ent
r, abri os olhos.
le ainda estava ali. Nos meu
causa da cama. Nem por medo
e Vi
m na cama como se fosse natural. Como se eu fosse dele
me invadiu e
membro rijo pressionando entre minhas pernas. O calor da re
e eu e
que quer. E o pior? Meu corpo respondeu. Arrepios. Calor
po quem rea
que ele representa
orpo lembrou dele a noite
na cama, ajeitando o vestido. Ter
as - disse, com a mesma
s do que isso. Ela pousou a bandeja sobre a mesa e, então
o e vermelho. Minha
tei, encarando o tecido com
enhor Vitale
eu sou agora, não é? Uma boneca para vestir como ele quiser, usar perf
Não era culpa dela. Ma
cama ou na mesa? - el
mesmo.
alguns segundos. E caminhou até
ora, mas... às vezes, é me
olhos p
u ninguém, Teresa. Ape
ar trazer outro perfume e ver a po
a bandeja
s recursos, e achei que esses
ana e mão de vaca. -
e fique pronta, que log
? - pergunt
ordens dele. Café, r
respirar, o que será que V
ois
resa. Não podia demonst
. E por favor, me
na. - Ela me disse com
vestido, me deixou o café e
tômago roncava, mas minha g
estava com fome... ou
a promessa de um "para sempre" que nunca vai existir. Eu só queria esquecer
eu corpo começa a reconhecer e a... a desejar. Mas ele não va
nguém dissesse que eu estava fraca. Me levantei e fui até o
usar. Esse aqui, foi feito para agradar ol
ria encarar o reflexo no espelho, mas acabei olhando.
rasgada... E ainda assim,
da era eu mesma. Mesmo que ninguém acredi
ar que dizia que não esta
ronta? -
os da mansão. Tudo ali exalava poder, mas nã
rto dele? - perguntei, te
e sorriso. Mas era u
do senhor Vitale. Nem mesm
ou. Me exigiu. Quer me marcar. Mas nem mesmo va
nha garganta. Parte v
her de uma noite? Ou pio
. O coração acelerou no pei
do - disse Teresa.
esta
uma camisa preta novamente, mangas dobradas, os dois primeiros botõ
m surpresa. Não com
da manhã? - pergu
firme. - Gostou do vestido? - p
retruqu
colocou? - disse e
que me m
é um começo. - Ele responde
uarto? - Ele me encarou, a somb
le é intocável. E nenhuma mulher
por d
sendo compar
nos, sabiam o lugar del
itale? - Ele deixou o copo sobre
iser. Quando eu quiser.
tei, erguendo uma das sobrancel
i ac
a? - pergunt
Te
com firmeza e colou os lábios nos meus. Seu beijo
ram. Meu corpo grito
aquele in
ueimou mais
******
a
um homem como eu. Quando Valentina me beijou de volta, ou talvez tenha sido e
s, quando ela abriu a boca, quando senti o
como se o espaço entre nós fosse uma afronta. O vestido vermelho, fino demais, cedeu sob
ão qui
corpos colados, a raiva e o desejo lutando por domínio. Ela tinha gosto de proib
, mas a voz não soava como um
com firmeza, obrig
roçando os lábios nos de
eimando contra os meus. A respiração en
utra vez. Com força. Com raiva. Com uma
tremendo, ora me empurrando, ora me puxando. O cor
u entre nossos corpos. Minhas mãos desceram, explorando as curvas que ela tentou esc
ente e viva. E o
passavam pela minha cama. Elas vi
ava, mesmo quando o cor
tentou de novo
- pedi, roçando o nariz no
se perderam nos meus. O silêncio dela me in
, ergui em meus braço
! - perguntou, tentan
ontece quando você m
peito subindo e descendo rápido. Fiquei por cima dela,
rno do pescoço dela, desce
s coisas assim.
sim
a beijei novamente, e ela murmurou en
cê me faz sentir -
respiração dela falhar. O vestido se moveu, revelando mais pele do que el
urmurou, os olhos semic
ontra s
orpo gritan
A pele dela arrepiava sob meus toques, o quadril se movia contra o meu, in
i o gosto salgado da pele quente, ouvi o s
Valentina. - sussurrei entre beijos. - O
. Quando passei os dedos pela barra do vestido, ela não impediu.
s ficou pesad
Havia medo. Mas havia também algo
os lábios se abrindo num gemido rouco. Continuei provocand
igo...? - ela perguntou, a v
rouca, carregada de uma fome que eu não queria
lgo, mas o gemido
trecortadas enchia o quarto. Eu a observava, hipnotizado. O rosto corado, os olhos semi
a como se sempre tivesse pertencido a mim. Ela ag
tão
ue percorreu seu corpo inteiro,
e era o primeiro o
hos perdidos em mim como se tentassem entender o q
ceu errado. Não era assim que deveria se
Afastar-me exigiu mais força do q
pulsando em mim. O sangue quente. O corpo ped
nda corado. Arrumei minha roupa e meu membro que grit
baixa, quebrada, um sussurro
stas para ela. Se olh
aiu frio,
ao seu quarto e espere
pois, a voz dela, mai
uscar
o suficiente par
lmoçar
sa
foi como o estalar de uma
emais, a respiração pesada demais. Cada passo ecoava no
sei as mãos no rosto. O cheiro dela ainda e
diç
dição. E eu sabia que se voltass
se. Uma função. Preciso r
stante em que ela se arqueou sob mim, quando o
é que parte de mim quer vê-la de no
não
bonito. Sou o que vem depois, o que destró
itale não sente. Dante Vitale não ama. Dante Vitale
meu nome vivo na minha mente
o entendo, o nome Valentina Rojas
oso... Mas é o tipo de
gosto...
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