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Quando o Amor Se Tornou Uma Arma

Capítulo 2 

Palavras: 675    |    Lançado em: 08/12/2025

Vista de

suspiros varreu o teatro. A fachada elegante do lançamento d

to repórteres, sentindo sangue na água, começaram

ela

ivente do

dizendo que

ando, seu humor mudando de adulação para

polido acostumado a contr

r, este não é o fór

cha que isso é apropriado? Explorar meu trauma, distorcer minha

izantemente perto. Seguranças em ternos pretos impecáveis se moveram, tentando me interceptar, mas a massa crescente de repórteres e mem

do que você est

ões de farsa s

les suas infor

, Hana. Eu sempre vou te proteger.* Ele tinha dito isso quando eu ainda estava em carne viva e quebrada, um pássaro frágil sob seus cuidados. Ele era a

ia como ele realmente era. Uma fachada polida, um traidor. Ele estava co

ssurro, mas ecoou no silêncio repentino. - O que vo

as nenhum som saiu. Suas mãos, que uma vez seguraram as

nvadindo seu espaço pessoa

a ela que eu orquestrei tudo? - Minha voz subia a cada

o, deu um passo à frente, a mão n

tando uma nova perspectiva. As percepções do Dr. Nogueira foram inestimáveis. - O

m um tapa, meu olhar

a a tocar nele

a, minha voz ecoando pelo

acontecendo? Esse "Dr. Nogueira" a quem vo

sapareceu, substituído por um choque de boca aberta. Seus olhos d

olhar dela. Ele desviou o olhar, o maxilar

vente traumatizada, o psiquiatra renomado e a podcaster implacável - presos em um quadro de humilhação pública e segredo

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Quando o Amor Se Tornou Uma Arma
Quando o Amor Se Tornou Uma Arma
“Eu estava sentada na primeira fila do teatro, com a mão entrelaçada na do meu noivo, aguardando a estreia do podcast de crimes reais no qual ele havia atuado como consultor. Mas quando a voz da apresentadora preencheu o ambiente, ela não estava contando a história de como sobrevivi a um sequestro brutal. Ela estava me acusando de ter fingido tudo para chamar atenção. E a "fonte anônima" que forneceu as gravações das minhas sessões de terapia privadas era o homem sentado bem ao meu lado. O Dr. Érico Nogueira não era apenas o psiquiatra que me "salvou"; ele era o traidor que entregou meus traumas mais sombrios para a ex-namorada dele transformar em um sucesso viral. No palco, reproduziram minhas confissões chorosas, editadas para parecerem manipulação. A plateia se voltou contra mim, zombando da "Menina que Gritou Lobo". Érico agarrou meu braço, sussurrando que aquela humilhação pública era apenas uma "terapia de exposição" para o meu próprio bem. Eu estava me afogando em pânico até que uma voz estrondosa cortou a multidão. - Solte ela. O Delegado Federal Eudes Oliveira, o homem que realmente me encontrou naquele cativeiro anos atrás, subiu ao palco com o distintivo erguido. Ele não apenas me resgatou daquela multidão enfurecida; ele me entregou a arma para revidar. Agora, eu não sou apenas a sobrevivente. Eu sou a acusadora, e vou tirar tudo o que eles têm.”
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