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Quando o Amor Se Tornou Uma Arma

Capítulo 4 

Palavras: 581    |    Lançado em: 08/12/2025

Vista de

te construído do lançamento de seu podcast havia se dissolvido em um espetáculo público, e sua image

o, gesticulou freneticam

! Por favor, esco

iolentamente. O toque, a restrição inesperada, enviou um choque de terror a

to metálico do medo. Eu estava de volta lá, no escuro, mãos em mim, vozes gritando. Meu corpo travou, tremendo incontrolave

do para frente, estendendo a m

pânico. Eu bati na mão dele violentamente, meus o

voz era fina, estridente, mal audível acima da minha respiração irregular.

urrando para mai

z parte de uma armação pa

inte

librada! Essa é a "f

os repórteres hostis para minha forma trêmula, depois de volt

portunista, apro

creditava que você precisava de ajuda. Vamos entrar com uma ação legal por difamaçã

m. O peso do olhar deles era sufocante. Tentei falar, me defender, mas mi

recuperar o controle, agarrou meu braço com força,

mos sair. - Ele arrancou o mi

gulados, foram engolidos pela voz

ecerem! Teremos uma declaraçã

da, uma voz estrondosa cortou o pandemônio,

agora

u rosto estava sombrio, seus olhos intensos. Ele usava um terno escuro, seu distintivo da Polícia Federal preso ao cinto brilhando sob as luzes do palco. Ele se movia com uma

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Quando o Amor Se Tornou Uma Arma
Quando o Amor Se Tornou Uma Arma
“Eu estava sentada na primeira fila do teatro, com a mão entrelaçada na do meu noivo, aguardando a estreia do podcast de crimes reais no qual ele havia atuado como consultor. Mas quando a voz da apresentadora preencheu o ambiente, ela não estava contando a história de como sobrevivi a um sequestro brutal. Ela estava me acusando de ter fingido tudo para chamar atenção. E a "fonte anônima" que forneceu as gravações das minhas sessões de terapia privadas era o homem sentado bem ao meu lado. O Dr. Érico Nogueira não era apenas o psiquiatra que me "salvou"; ele era o traidor que entregou meus traumas mais sombrios para a ex-namorada dele transformar em um sucesso viral. No palco, reproduziram minhas confissões chorosas, editadas para parecerem manipulação. A plateia se voltou contra mim, zombando da "Menina que Gritou Lobo". Érico agarrou meu braço, sussurrando que aquela humilhação pública era apenas uma "terapia de exposição" para o meu próprio bem. Eu estava me afogando em pânico até que uma voz estrondosa cortou a multidão. - Solte ela. O Delegado Federal Eudes Oliveira, o homem que realmente me encontrou naquele cativeiro anos atrás, subiu ao palco com o distintivo erguido. Ele não apenas me resgatou daquela multidão enfurecida; ele me entregou a arma para revidar. Agora, eu não sou apenas a sobrevivente. Eu sou a acusadora, e vou tirar tudo o que eles têm.”
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