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Sua Gaiola Dourada Me Matou

Capítulo 4 

Palavras: 621    |    Lançado em: 15/12/2025

a Cast

olhos arregalados, o rosto contorcido em uma máscar

mim. Seus olhos escanearam meu rosto, meu corpo, buscando ferimento

de cristal. Era o meu recipiente favorito, um com detalhes em

r." Sua voz era um sussurro urgente, suas mãos tremia

uando ele construiu meu próprio centro de treinamento no subsolo d

Eu quero você aqui, ao meu lado. Eu pos

tava essa palavra como um mantra. Seus "juramentos" eram

a, tentando soar convincente. Meu corpo estava rí

ixos nos meus. "Tem certeza? Não é n

pitada de fúria. Era como se ele estivesse pronto pa

o cheiro enjoativo de seu perfume barato precedendo-a. Sua aura

z melíflua. Seus olhos encontraram os meus por um segundo, e um sorriso quase imperc

com raiva. "Não precisamos de nada, Sabina! Volte para

, mas não sem antes me lançar outr

Ele me defendia, o perfeito noivo. Mas

e pálida", disse Álvaro, me v

a cena repetindo-se. Aquele cheiro de

essoal, entrou, sua maleta em mãos. Ele era um homem pequeno,

uve? Você me cham

m náuseas, exausta." Álvaro me segurou com

essionando meu pulso, verificando meus

le hesitou. "Mas a aura dela... é como se a fera interior estivesse em profundo sof

ensei o pior." Ele me beijou a testa. "Meu amor,

inceridade. "Você sabe que pode me contar qualquer

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Sua Gaiola Dourada Me Matou
Sua Gaiola Dourada Me Matou
“Eu era a esposa perfeita e a mente por trás do império do meu marido. Por dez anos, acreditei que sua possessividade sufocante era a maior prova de amor que um homem poderia dar. Até que descobri a verdade. Ele me drogava todas as noites com um "suplemento para estresse", me deixando inconsciente para que pudesse me trair em nossa própria cama com a estagiária que eu mesma ajudei. As peças se encaixaram: a sonolência, o cheiro doce no quarto, tudo era parte de sua traição. Eu não era sua amada, mas uma prisioneira em uma gaiola dourada, uma boneca descartada enquanto ele se divertia. E no meio dessa humilhação, a descoberta mais cruel: eu estava grávida. Carregando o filho do monstro que me envenenava e profanava nosso lar. "Você nunca, nunca merecerá conhecer esse filho", eu jurei em silêncio. Com a ajuda de uma força misteriosa, eu tinha três dias para escapar. Eu não apenas desapareceria; eu forjaria minha própria morte, deixando Álvaro acreditar que ele mesmo havia me matado, para que ele se afogasse em sua própria culpa.”
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