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O Arrependimento Dele, Nosso Adeus Irrevogável

Capítulo 4 

Palavras: 1356    |    Lançado em: 19/12/2025

na

sipar a melancolia. Minha cabeça ainda latejava, e os arranhões no meu rosto pareciam em carne viva. Peguei meu c

ue fora designada para o caso de Léo. "Sra. Williams, como está se sentindo

embargada por lágrimas não derramadas. "

o as mãos. "O Sr. Williams acabou de receber uma notificação formal sobre o pr

de exigir o que quiser. Estou

pelo corredor até o quarto de Léo. Ele estava pálido, o braço fortemente enfaixado e em uma

ou, seus olhos ainda

ta ao seu braço. "Meu menino doce. Va

Seus olhos estavam selvagens, seu rosto por barbear, um contraste gritante com

lada. Ele nos alcançou, sua mão agarrando me

sibilei, agarrando

le tentou arrancar Léo dos meus braços.

a, lágrimas ardendo em meus olhos. "Não m

a Léo. "Ele é um ladrão! Roubou o brinquedo favo

pegando às mentiras de Geórgia. "Do que

as tentando apagá-lo! Estão tentando apagar as memórias da Geórgia!" Ele começou a nos arrastar, puxando-nos de volta para o hospital, em d

cendo surpreendentemente revigorada, uma mão delicada pressionada contra o

reio dramático. "Ele o roubou! Aquele que o Arthur me deu! Ele

o rosto no meu ombro. "Eu

ireção à cama de Geórgia. "Olhe para ele, Geórgia

dessas? Era o presente especial do Arthur para mim. É tudo que me resta dele. Você não se importa

u cabelo. "Estava no chão! Eu só peguei, e então você qu

mpre foi uma criança difícil! E você, Alana, você inc

ra a garganta. Ele ia

reneticamente, procurando por qualquer coisa, uma arma, um escudo. Meu olhar pousou em um pesado s

spero. "Ele não roubou nada! Olhe o medalhão, Geórgia! Est

s olhos piscando para a mesa de cabece

dúvida cruzou seu rosto. Ele parecia conf

ésia, sabe. Me deixa tão confusa. Sinto muito, Léo. A mamãe deve ter colocado a ideia na sua cabeça, não é? Para me fazer parecer má? Você é um m

fazer a Geórgia parecer má. Você tentou chateá-la." Ele agarrou Léo pelo braço bom, puxando-o de trás de mim, seu aperto d

, por favor! Ele está doente! Ele es

Um baque surdo e medonho. Léo gritou, um som agudo e agonizante. Ele

e de soro. "Pare! Você vai matá-lo!" Eu me j

u no piso duro com um estalo doentio. A escuridão girou nas bordas da m

haviam diminuído para suspiros irregulares. Ele olhou para Caio, seus olh

ase inaudível, "eu... eu só queria

ongelada no ar. Um lampejo de algo -

o para te manipular, Caio", ela disse com um sorriso falso, sua voz um sussurro ve

s uma vez, um tapa brutal e deliberado no rosto de Léo. L

Meu corpo estava dormente, quebrado. Minha visão se afunilou. Rastejei

"Ele está doente! Ele está com febre! Ele es

ois de volta para Geórgia, que agora sor

protesto. Sangue escorria do meu nariz, do meu couro cabeludo e da minha

seus olhos arregalados com uma mistura de choque

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O Arrependimento Dele, Nosso Adeus Irrevogável
O Arrependimento Dele, Nosso Adeus Irrevogável
“Eu sou Sofia Salles e estou pronta para escrever. Esta história será uma cirurgia emocional, crua e direta, para a mulher brasileira que anseia por aquela jornada visceral que destrói e reconstrói o coração. Vamos começar. Casei com um homem assombrado pelo fantasma do filho que perdeu. Dei a ele um novo filho, Léo, e tolamente acreditei que nosso amor poderia curar seu passado estilhaçado. Mas então o fantasma voltou à vida. Sua ex-esposa, Geórgia, retornou com olhos grandes e inocentes e um diagnóstico de amnésia induzida por trauma. De repente, meu marido estava pisando em ovos ao redor da mulher que o destruiu, enquanto nosso filho e eu nos tornamos figurantes em seu teatro doentio. O dia em que ele a escolheu foi o dia em que nos destruiu. Depois que Geórgia incriminou nosso filho de cinco anos por profanar o memorial do irmão falecido, meu marido, Caio, explodiu. Ele agarrou o braço de Léo e o torceu até eu ouvir um estalo medonho. Enquanto eu sangrava no chão, observei-o aninhar Geórgia, sussurrando palavras de consolo enquanto nosso filho gritava em agonia. Por cima do ombro dele, os olhos dela encontraram os meus, não cheios de confusão, mas de pura e triunfante malícia. Ele havia feito sua escolha. Agora, eu faria a minha. Meus dedos, pegajosos com meu próprio sangue, discaram 192. "Preciso de uma ambulância", eu disse, minha voz surpreendentemente firme. "E preciso da polícia."”
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